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SELFIE SEM FILTROS

Blaya tem um novo projeto... e é surpreendente

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Convidada da rubrica SELFIE SEM FILTROS, Blaya revelou que tem um novo projeto: vai estudar Língua Gestual

Onde e como é que a Blaya se imagina daqui a cinco anos? A resposta foi simples: "Vou começar, agora, um curso de três anos de Língua Gestual, por isso, daqui a cinco anos, espero estar a dar concertos, estar a compor, estar a viver muito bem com os meus filhos e o meu parceiro... Mas eu gosto muito de mudanças, de trazer coisas novas e acho que, com a língua gestual, vou conseguir fazer coisas incríveis e estou muito ansiosa para que isso aconteça, para começar a desenvolver novos trabalhos e novas coisas."

"Tenho trabalhado muito, tenho feito o que quero, já viajei bastante, por isso, vou sendo a mulher que quero. Sempre sonhei ser artista, então, a música sempre esteve muito presente na minha vida", confessou a cantora, antes de contar como nasceu a Blaya: "O nome Blaya era um nome muito utilizado no Algarve. Eles chamavam Blaya às raparigas, em vez de chamarem dama, que, agora, já não se usa muito. E como eu ia muitas vezes ao Algarve, pensei: 'Se calhar, Blaya é muito melhor do que MC Dama' (risos)"

Recuando à infância, a cantora recordou como nasceu o gosto pela música e pela dança.

"Desde pequena que já fazia dança na escola e, aos 14 anos, comecei a compor. Primeiro, comecei com rap, depois, deixei um bocadinho de lado a música, porque o rap feminino não tinha muita saída. Depois, tirei dois cursos de hip-hop para dar aulas, vinha a Lisboa todos os fins de semana, porque ainda morava no Alentejo."

Ainda muito nova, saiu de casa dos pais para perseguir o sonho de ser artista: "Saí de casa dos meus pais aos 16 anos, para ir morar com o meu primeiro namorado, que era rapper. Fui sempre tão certinha até aos 16 - até aos 16 e até agora - que eles viram-me tão focada no que eu queria seguir que disseram: 'Ok, tudo bem podes ir'. Lembro-me que havia uma altura em que os meus amigos podiam ir para casa depois da meia-noite, mas eu tinha que ir para casa à meia-noite! Sempre fui uma adolescente calma, com a minha curiosidade e a minha irreverência, mas não de cometer loucuras, de beber ou de fumar. Não gostava muito de estudar, é verdade, não gostava, mas isso não quer dizer que não fosse uma boa adolescente."

"Dei o meu primeiro beijo com 14 anos, no Externato... Foi numa sala e ele tinha uma pastilha de menta, foi um beijo horrível, que me babou toda, e, depois, tive que ir para a casa de banho limpar-me, porque aquilo foi mesmo uma inundação de cenas", recordou.

"Sempre fui 'popular', mas porque era engraçada, era muito cómica e dizia sempre as coisas nos momentos errados, era sem vergonha... E, depois, porque comecei a fazer os meus grupos de dança no liceu", contou.

Leia a entrevista completa AQUI.