Irmã de Luciana Abreu defende Yannick Djaló: "A mãe dele faleceu sem conhecer as netas"

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Luísa Abreu deixa mensagem à irmã Luciana Abreu
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Luísa Abreu esclarece a gestão das finanças

Depois da polémica entre Luciana Abreu e Yannick Djaló, e as declarações polémicas da cantora sobre a família, Luíza Abreu abriu o coração a Manuel Luís Goucha e fez revelações surpreendentes.

A irmã mais nova de Luciana Abreu - em tempos apresentada, pela cantora, como uma pessoa "bastante ternurenta" - passou, assim como a restante família, de bestial a besta. Manuel Luís Goucha procurou conhecer, então, "a verdade de Luíza". 

Entre esclarecimentos e relatos inéditos sobre Luciana Abreu e, ainda, sobre Yannick Djaló, Luíza Abreu refutou as últimas acusações da irmã, deixando bem claro que o ex-marido da artista é um pai e um ser humano excecional: "O Yannick, em momento algum, foi mau pai ou mau marido".

Assim como o futebolista, também a família de Yannick Djaló está afastada das filhas do casal. Esta ausência de contacto levou a que a avó das filhas de Yannick e Luciana não chegasse a conhecer as netas, segundo explicou Luíza Abreu: "A mãe de Yannick faleceu sem conhecer as netas Lyonce e Lyannii."

"A mãe [de Luciana] não presta, o pai [de Luciana] não presta, a nossa irmã mais velha não presta, a família materna não presta, por isso... só a minha irmã é que presta?", atirou.

A irmã da artista aproveitou, ainda, para desmentir outras declarações de Luciana Abreu, nomeadamente, o facto de ambas não serem filhas do mesmo pai: "Não é verdade [sermos filhas de pais diferentes]. Não sei em que é que a minha irmã se baseia, porque eu nunca fui chamada para fazer testes nenhuns."

Luíza Abreu nega, ainda, as afirmações de Luciana Abreu sobre a sua mãe trabalhar numa "casa de massagens [de natureza sexual]": "Em tempo algum. A minha mãe trabalhou na Santa Casa da Misericórdia. Era efetiva, há 13 anos. Nas folgas, trabalhava numa confeitaria. Quando não fazia os turnos de noite [..] íamos os três [mãe e filhas] fazer a limpeza de um salão de cabeleireiro em Gaia, à noite."

"A minha irmã diz que teve 3 empregos. Jamais. Em tempo algum", adiantou.

Quando questionada sobre a razão pela qual a irmã decidiu afastar-se da família, Luíza atirou: "A única conclusão a que chego é [que existe] uma mulher que a minha irmã se faz acompanhar e que diz ter o dom da encarnação. [...] A minha avó materna cai no corpo desta senhora e diz estas coisas. O espírito da minha avó diz mal da própria filha? Será isto possível? A minha mãe perdeu a mãe, quando tinha 13 anos."

"Nós presenciámos tudo, toda a violência física e psicológica. Estava à frente dos nosso olhos", explicou, sublinhando a violência que sofriam pelas mãos do pai, e ilibando a mãe de qualquer culpa.

No entanto, houve uma das declarações de Luciana Abreu que foi confirmada pela irmã: "Era obrigada a ver pornografia. Era o nosso pai que nos obrigava, sem a minha mãe saber. Se não víssemos, sofríamos de violência, novamente. [...] Ás vezes, levávamos 'porradas' e nem sabíamos por que é que estávamos a viver aquilo. [...] Era um terror muito grande."

Após afirmar e comprovar (com um documento em mãos) que o pai se encontrava psicologicamente instável, Luíza fez questão de defender a honra da mãe e reconhecê-la como "a mãe mais extremosa que conhece": "Foi a nossa mãe que ganhou coragem. Quando completei 8 anos de idade, a minha mãe pegou em nós e fomos para casa da nossa tia. A nossa mãe nunca nos faltou com nada."

Luíza Abreu refutou, ainda, as acusações de manipulação psicológica e monetária: "É natural que a minha mãe movimentasse dinheiro para pagar as contas. Se a minha mãe fosse a mulher que a minha irmã descreve, ela tinha fugido sozinha."

"Aquelas meninas [Lyoncé e Lyannii] acordaram e, até hoje, não sabem da avó. Onde está a mulher que foi a referência delas, desde que nasceram? A avó?", acrescentou, falando sobre o momento em que Luciana Abreu, alegadamente, expulsou a mãe de casa.

"A nossa maior dor não são as difamações [...] Porque dormimos bem de noite [...] A nossa maior dor são as meninas. [...] Desde os 5 aninhos da Lyonce que sempre fui eu que lhe preparei os aniversários e fiz o último. Desde ai, nunca mais", contou.

"Nesse dia, as meninas chegaram de bicicleta e esqueceram, completamente, as bicicletas. Atravessam a rua, e eu estou, de joelhos, no chão, porque as duas se agarram a mim e avó com uma saudade imensa. [...] E a última imagem que tenho delas é no parque a irem embora, [...] sempre com a cabecinha para trás a olharem para mim, até não nos conseguirem ver", acrescentou, recordando o último dia em que viu as sobrinhas.

"Eu vivo a dor [da minha mãe]. A minha mãe não vai a um café sozinha, não abastece um carro sozinha, porque desaprendeu a aceitar o olhar das pessoas", acrescentou.

"O trio de mulheres unidas pertence ao passado?", questionou Manuel Luís Goucha. "Da nossa parte não. Amo-a. Amo as minhas irmãs, porque são minhas irmãs. [O sentimento da minha mãe é de] amor e uma mágoa muito grande", respondeu.

O apresentador fez questão, ainda, de pedir a Luíza Abreu para deixar uma mensagem à irmã e a nortenha deixou a seguinte mensgaem: "[...] Minha irmã, amo-te e tenho um amor enorme por ti e pelas tuas meninas. Pára. Chega de fazer sofrer o coração da nossa mãe, que já sofreu tanto." 

Veja as restantes declarações de Luíza Abreu, nos vídeos, acima.