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António Machado: "No meio do azar, ainda se consegue ter alguma sorte"

António Machado

A SELFIE esteve à conversa com António Machado, para saber mais sobre o novo projeto do ator, "Ding Dong". António Machado falou, ainda, sobre os filhos e a relação de quase 11 anos com Sofia Aragão Leite.

- Como está a ser fazer a comédia familiar Ding Dong?
Estou a adorar fazer uma personagem principal, a peça é mesmo muito divertida, mas, se estou aqui, é pelo azar que o João Didelet teve. Está a recuperar bem e vai voltar para o papel que é dele. 

- O teatro é uma grande paixão, a par da televisão?
Sim, desde miúdo. Não sei se gosto mais de um ou do outro.. 

- A comédia é o registo de que mais gosta?
Sim, onde me sinto mais à vontade. Embora já tenha feito papéis mais sérios.. 

- Traição, vingança e alguma confusão à mistura são os ingredientes principais. Por que é que as pessoas não podem perder?
Não podem perder, porque é uma comédia muito bem escrita, com reviravoltas inusitadas e muito divertida, e com um elenco fantástico. 

- O que podemos retirar desta comédia?
Que no meio do azar, ainda se consegue ter alguma sorte...

- Como tem sido trabalhar com este elenco?
Muito bom, são todos talentosos e com muita graça. 

- Qual o projeto de que tem mais saudades?
Não é bem saudades, é um carinho e orgulho de ter estado envolvido. São todos, mesmo. 

- Quem são os seus maiores críticos?
A minha família, os meus amigos que me conhecem bem. 

- Quem é que nunca falta na plateia?
A minha mulher, Sofia, se arranjarmos quem fique com as crianças [risos].

- O António é casado com Sofia Aragão Leite, desde 2009, com quem tem três filhos, dois deles gémeos.​ Qual o mais parecido com o pai?
O Duarte tem seis anos e meio e toca bateria por me ter visto a tocar, também faz muita palhaçada e é sensível, como eu. A Catarina é branquinha e tem o gosto pelo desenho e por dançar, como eu. Mas a nível de seguir nas vozes e na comicidade, acho que o Francisco está no bom caminho, mesmo só com 5 anos.

- Como é o António como pai?
Sempre a aprender, a tentar passar os valores que recebi dos meus pais e a fazer com que estes miúdos cresçam felizes.