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Cláudio Ramos reage a polémica e mostra-se indignado: "Era fazer-lhes um desenho"

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Também Cláudio Ramos não se mostrou indiferente às imagens que mostram o aglomerado de pessoas que se reuniu na Nazaré, para assistir ao fenómeno das ondas gigantes, em plena pandemia.

"Era agarrar um a um, metê-los dentro de uma sala e explicar que, enquanto eles fazem esta estupidez, há avós que não abraçam os netos. Há pais que estão afastados dos filhos. Há profissionais de saúde esgotados. Há professores a fazerem de pais e pais a fazerem de professores. Há crianças que não podem ser crianças como eles foram. Temos a nossa terceira idade sem perceber o que se passa em muitos lares, à espera de dias melhores e os seus colaboradores a correm riscos todos os dias. Há gente sem trabalhar. Há gente sem ganhar dinheiro", começou por escrever Cláudio Ramos sobre as imagens que mostram centenas de pessoas reunidas para assistir às ondas gigantes na Nazaré.

"Há uma economia a estagnar e, se fosse preciso, era fazer-lhes um desenho, onde eles entendam que há gente a morrer, caramba! Mas pensando bem, se eles acham mais importante que tudo isto irem ver ondas gigantes, não sei se entenderiam. Posso ser só eu a pensar assim, mas palpita-me que, além de egoístas a imaturidade, a ignorância e a irresponsabilidade destas almas é bem maior que as ondas da Nazaré", continuou.

"Depois restinguimos a circulação para que as pessoas não possam visitar os seus no cemitério e vamos juntos repensar o Natal. Enfim!", concluiu o apresentador. 

Note-se que foram centenas as pessoas que se deslocaram à Praia do Norte, para ver algumas das maiores ondas do mundo e as imagens do momento estão a levantar preocupações sanitárias, já que o país tem batido recordes de infetados com a Covid-19. 

Entretanto, as autoridades decidiram cortar o acesso pedonal à estrada do Farol, para conter a concentração de pessoas.