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Carlos, do "Big Brother", confessa: "Nunca tive uma relação muito próxima com o meu pai"

Carlos: «Eu nunca tive uma relação muito próxima com o meu pai»
Carlos: «Eu fui sempre a pessoa mais problemática da minha família»
Namorada de Carlos: «Ele precisava de se encontrar»

Na gala de domingo, dia 11, o concorrente do "Big Brother - A Revolução" Carlos aceitou o desafio de desenhar a curva da vida, recordando os momentos mais felizes - e os mais tristes - por que já passou.

Carlos começou por contar que o avô paterno deixou uma herança ao pai, que tinha os próprios negócios. "Nunca tive uma relação muito próxima com o meu pai", confessou o concorrente, ao falar sobre o progenitor.

No entanto, a mãe soube compensar essa ausência. Carlos afirmou que via a mãe como uma irmã e, além disso, nunca gostou de desabafar com ela, porque não a queria preocupar, já que a mesma sofria de depressão.

Durante a adolescência, o jovem tornou-se num rapaz problemático. O próprio admite que era uma "ovelha negra", devido a um temperamento agressivo e ao insucesso escolar. Foi nessa fase que começou a escrever algumas músicas no quarto.

Carlos revelou, ainda, que o pai sofre de transtorno bipolar. O técnico de manutenção sofreu sozinho, devido a este problema de saúde do progenitor, e nunca teve uma conversa séria sobre este assunto.

O concorrente sente que deixou de ser uma pessoa problemática, quando conheceu a namorada, que, na sua opinião, fez-lhe abrir os olhos para a vida.

Além disso, Carlos encara o "Big Brother" como uma forma de a família ter, finalmente, um motivo de orgulho em si. "Quero ajudar ao máximo as pessoas que estão à minha volta, através do 'Big Brother", garante o jovem.

Veja, agora, o vídeo do momento.