Criminalidade, depressão e pensamentos suicidas: Daniel Guerreiro, do "Big Brother", partilha história de vida comovente
Na gala de domingo, dia 14 de junho, o concorrente do "Big Brother" Daniel Guerreiro aceitou o desafio de desenhar a curva da vida, recordando os momentos mais felizes - e aqueles mais tristes - por que já passou.
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Igor Pires
- 14 jun 2020, 23:50
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Daniel Guerreiro começa por lembrar que teve uma infância feliz. De acordo com o concorrente do "Big Brother", a sua primeira memória afetiva é a morte do avô. E, se a infância foi repleta de felicidade, a adolescência foi turbulenta. Aos 14 anos, o hipnoterapeuta saiu de casa e foi viver com a avó, porque, segundo as suas palavras, "não se encaixava".
Conforme, Daniel Guerreiro recordou, era um adolescente rebelde, frequentemente suspenso e expulso de escolas. Aos 15 anos, entrou numa gang e optou por sair de casa, por ser um problema para quem vivia com ele. Começou a viver num barracão, com baratas e um "cheiro horrível". Aliás, o concorrente chegou a dormir na rua e afirma que preferia estar ao relento do que viver naquelas condições.
Em 2008, atravessou um período de depressão e chegou a pensar em suicídio. "A ideia de acabarmos com a própria vida não faz sentido", garante, agora. A depressão prolongou-se durante cinco anos.
Além da profissão, que o ajudou na mudança de vida, Daniel Guerreiro tem mais motivos para sorrir, hoje em dia, como as duas sobrinhas, por quem solta "lágrimas de felicidade". Aliás, o nascimento da sobrinha mais velha é marcante para o hipnoterapeuta, porque aconteceu precisamente na altura em que ia ser pai, mas a sua companheira sofreu um aborto espontâneo.
Veja, agora, o vídeo deste momento.
