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Rita Ferro Rodrigues e o filho já estão em casa: "Vivemos os dias mais duros das nossas vidas"

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Após ter testado positivo para a Covid-19 e ter acompanhado o filho em duas cirurgias, Rita Ferro Rodrigues e o pequeno Eduardo já estão em casa.

Ainda que Rita Ferro Rodrigues tenha estado infetada com o novo coronavírus, foi Eduardo, o filho da apresentadora, quem precisou de mais cuidados médicos, por ter sido submetido a duas cirurgias ao Divertículo de Meckel. Os dias mais difíceis passaram e ambos estão de regresso a casa.

"Já estamos em casa. A recuperação do Duda será lenta e feita de amor. Vivemos os 15 dias mais duros das nossas vidas. Todas as pessoas que já sentiram um filho muito doente sabem do que estou a falar. As outras, as que julgam, as que vivem do ódio, da crueldade, da mentira - até numa circunstância destas - não interessam. Nunca entenderão. Vivemos, também, nestes 15 dias de internamento, por estranho que possa parecer, a maior lição de amor, igualdade e solidariedade das nossas vidas", começou por escrever Rita Ferro Rodrigues, numa publicação nas redes sociais.

"Nunca conseguiremos agradecer o suficiente aos que, hora a hora, cuidaram de nós, no Hospital de Santa Maria, um dos exemplos máximos da excelência do Serviço Nacional de Saúde. [...] Trabalham por turnos de dedicação e ternura - tanta qualidade e empenho - tanto amor, caramba... tanto amor", continuou, elogiando o serviço hospitalar.

"Como se agradece isto? O abraço impossível em tempos de Covid e, ainda assim, sempre presente. As lágrimas engolidas e amparadas na angústia - e nem as viseiras e os fatos de astronauta barravam a ternura e o suporte sempre presentes", continuou.

"Pude estar ao lado do meu filho, porque todas as crianças podem estar acompanhadas - mesmo em tempo de pandemia - em internamento. Testemunhei a dedicação imensa com que os doentes maiores de idade são acompanhados, porque não podem ter a família por perto. Que força, que beleza, acreditem: ali, ninguém está sozinho. Nunca esquecerei o que vi e ouvi. Tanto amor", acrescentou.

"[...] A todas as pessoas internadas, a todos os familiares em angústia pela distância imposta pelo vírus: eu vi as mãos dadas de amor, ouvi as palavras ao ouvido, senti as mãos de outros, dando festas nos cabelos dos nossos. Tenham esperança e coragem: pode faltar muita coisa, mas o amor é avassalador", rematou.