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EXCLUSIVO

Pedro e João Moreira recordam a "Casa dos Segredos", os ex-concorrentes... e acabam a falar de amor!

Pedro e João Moreira

A SELFIE conversou, em exclusivo, com os irmãos Pedro e João Moreira, que se tornaram conhecidos do público depois da passagem pela "Casa dos Segredos".

O público ainda tem muito presente a vossa passagem pela "Casa dos Segredos". São muito abordados na rua e nas redes sociais? O que vos dizem?
João - Na rua, as coisas já acalmaram um pouco, embora as pessoas ainda me reconheçam. Ainda se ouve: "Olha o João". Mas já não intercetam, porque têm vergonha, ou porque, como já passou muito tempo, já não veem sentido em fazê-lo. Nas redes sociais, as pessoas ainda me abordam relativamente ao programa. Mas, atualmente, e com o início de outros programas, as questões já não são tanto pela "Casa dos Segredos", mas, sim, pelo meu trabalho.
Pedro - Ainda acontece e é engraçado ver que o reconhecimento permanece, mesmo com as máscaras e toda esta nova conjetura. Claro que em doses muito menores, em relação a 2018, data de quando acabou o programa. Nas redes sociais, ainda há muita gente que permanece dessa altura, pelo que é natural [abordarem]. Mas já é muito o público que me segue e reconhece pelo trabalho digital, e é muito satisfatório.

O que mudou na vossa vida? Valeu a pena? O que guardam com mais saudade?
João - No meu caso, a estadia foi extremamente curta, mas valeu a pena. Pela experiência, propriamente dita, pelas pessoas que conheci e porque me catapultou. Tudo o que envolve esta experiência era o clique de que necessitava e não me arrependo, de forma alguma. Tenho muitas saudades da Casa, do espaço, da ingenuidade de estar num programa de televisão. A sensação da entrada foi única, irrepetível. Até me arrepio, porque ainda me lembro de sentir o cheiro, mal entrei.
Pedro - Valeu totalmente a pena. Foi, sem dúvida, um life changing event. Tudo aquilo em que sempre quis investir e trabalhar tem-me sido possível, muito graças à visibilidade que recebi. As saudades são muitas. Da Voz, da acústica da Casa, do cheiro do confessionário, das músicas de manhã... enfim, sensações irrepetíveis.

Ainda mantêm ligação com os ex-concorrentes? Com quem?
João - Mantenho, essencialmente, com a minha cunhada, Isabela Cardinali, o meu irmão Pedro (esse chato), o Bruno, o Tiago e o Luan.  São os que mais me marcaram. E o Tiago e o Luan só os conheci cá fora!
Pedro - Muito poucas. Não há ninguém com que fale todos os dias e as únicas pessoas que se foram mantendo próximas (além do meu irmão e da Isabela, obviamente), foram o Tiago e o Luan.

Seriam capazes de voltar a participar num reality show?
João - No início, alguns meses depois de ter saído, dizia, claramente, que não. Hoje, tenho saudades e voltaria para mostrar o que não tive possibilidade. Mas teria de ser num formato muito parecido.
Pedro - Eu nunca digo nunca. Acho difícil, mas "depende" seria a resposta mais certa.

Ao contrário de outros concorrentes, vocês nunca sentiram o estigma de ser ex-concorrente de reality show?
João - Pessoalmente, nunca senti. Mesmo após ter saído e trabalhado, diretamente, com o público. ainda numa fase recente, sempre recebi elogios. Nunca me trataram mal, nem me marginalizaram por causa disso. Nas redes sociais, o caso muda de figura: algumas pessoas acabam por destilar ódio, sem sequer me conhecerem devidamente, mas algumas mudam de opinião, mal falamos um bocadinho, e até se surpreendem.
Pedro - Em algumas coisas, sente-se o estigma. Não diretamente por algo que tenha feito, mas por dedução. Sempre que sabem que estive num reality show, fazem assunções preconceituosas. Além de ouvir, muitas vezes, o típico "Ah, não vejo isso". De resto, nunca me prejudicou e sinto um orgulho grande em ter tido o privilégio de participar. Foi uma honra, aprendi e ganhei muito.

Sabemos que o Pedro está noivo e que, infelizmente, teve de adiar o casamento devido à pandemia. Vão aguardar ou será que ainda vem bebé antes? E o João? O que podemos saber sobre o seu coração?
João - O João pode adiantar que não tem coração, neste momento. Achamos que congelou por fenómenos passados [risos]. Vá, é muito difícil este homem apaixonar-se. Não é que me arme em esquisito, mas tem mesmo de ser alguém impactante, para mexer com as minhas emoções. Não consigo fingir relacionamentos, nem sentimentos, por isso, só o tempo dirá e ditará alterações.
Pedro - Tivemos de adiar o casamento, mas acabámos por lidar, relativamente, bem com isso. Principalmente, porque tivemos a sorte de conseguir remarcar todos os serviços associados, com facilidade. De resto, ficamos na esperança de que não haja tantas limitações, quer em número de pessoas, quer na interação que essas pessoas possam ter. O dia é nosso e queremos que seja memorável para todos! Até lá, continuamos a fazer vida de casados na mesma [risos].