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Catarina Maia, vencedora do concurso "Cabelo Pantene - O Sonho", dá conselhos aos próximos concorrentes

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Catarina Maia, uma das vencedoras da primeira edição do programa "Cabelo Pantene - O Sonho", falou com a SELFIE sobre o impacto que o concurso teve na sua vida e deixou algumas dicas para os próximos candidatos.

As inscrições para a terceira edição de "Cabelo Pantene - O Sonho", o concurso que procura o cabelo com mais personalidade de Portugal, já começaram e decorrem até ao próximo dia 15 de março, no site oficial.

À SELFIE, Catarina Maia, uma das vencedoras da primeira edição do programa "Cabelo Pantene - O Sonho", contou como foi a experiência de participar no concurso, que diz ter dado um grande impulso à sua carreira, e aproveitou para dar alguns conselhos aos futuros candidatos.

O que mudou desde que foi uma das vencedoras do programa "Cabelo Pantene - O Sonho"?
Houve uma evolução muito grande na parte digital e na procura pelo meu trabalho. Fui morar para Lisboa com o objetivo de ir estudar, mas, depois, surgiu o programa "Cabelo Pantene - O Sonho", o que mudou um pouco esse rumo. Continuo a estudar, mas a minha prioridade é, sem dúvida, o meu trabalho como digital influencer, se é que lhe posso chamar assim, e como modelo. Obviamente, a televisão deu um outro up à minha carreira. A minha imagem começou a ser mais requisitada. Além disso, em termos profissionais, cresci imenso. Aliás, eu já estava numa agência há sete anos e nunca tinha feito muitos trabalhos e, partir daí, foi sempre a andar [risos].

Qual o curso que frequenta?
Ciências da Comunicação, na Universidade Nova. Quando escolhi o curso, não fazia a mínima ideia de que gostaria desta área ou que era uma área em que fosse apostar, mas, agora, faz mais sentido ainda, porque acabo por ter cadeiras em que aprendo a teoria acerca daquilo que aplico na prática, como o Marketing, as Relações Públicas, a Publicidade…

E o programa "Cabelo Pantene - O Sonho" também a ajudou no curso?
Sim! No "Cabelo Pantene - O Sonho" vi implementadas cadeiras como guionismo ou produção de televisão, e é muito giro conseguir ligar o curso à prática. Se, antes, pensava que ia fazer o curso e acabar em Jornalismo, agora, estou mais virada para a comunicação estratégica ou a produção de televisão.

E a carreira na moda, também, foi impulsionada pelo concurso?
Sim, claro! No caso do meu cabelo, este só pode ser associado à marca Pantene, porque tenho um contrato de exclusividade. Entretanto, começaram a requisitar-me para outras marcas, desde roupa a jóias, e, também, para defender outros assuntos.

Pretende associar a sua imagem a causas importantes?
Sim, é sempre esse o meu objetivo. Claro que, às vezes, abordo temáticas consideradas mais superficiais, porque, como qualquer jovem, gosto de roupa ou de produtos de maquilhagem, mas quero defender causas que me representam, não só como imagem, mas, também, como pessoa, e tudo o que está relacionado com os Direitos Humanos. Tento encontrar o equilíbrio entre as duas. Por exemplo, no que diz respeito à pandemia Covid-19, fiz uma parceria com a Direção-Geral da Saúde e entrei num vídeo a alertar para a necessidade de ficarmos em casa. Todas as outras marcas que ajudaram a potenciar o meu trabalho nas redes sociais acabaram por me dar uma voz ainda maior para falar sobre todos esses assuntos, defender as minhas causas e dar a minha opinião ativa. Acredito que é uma forma fácil de conseguir chegar ao meu público, que, eventualmente, será influenciado pela positiva, seja por roupas e marcas, seja pelas opiniões que partilho.

Mencionou a pandemia Covid-19: de que forma esta está a ter impacto nos projetos que tinha delineado?
Os planos que tinha para 2020 mudaram muito. Quando começámos o primeiro confinamento, foi um cessar de tudo. Tinha viagens de trabalho planeadas, algumas parcerias, que foram, entretanto, canceladas… Foi todo aquele medo inicial - e bem! -, que fez parar todo o trabalho enquanto modelo, as campanhas e as produções. Mas, em contrapartida, a área digital cresceu, porque estávamos em casa, podíamos pensar mais em conteúdos diários, em partilhar mais IGTV, comunicar muito nos stories, o que acabou por potenciar a minha página no Instagram e acabei por me dedicar mais a essa área. Agora, neste segundo confinamento, tenho conseguido trabalhar na mesma como modelo, porque as produções estão autorizadas a continuar, cumprindo todas as regras de segurança.

Qual o trabalho mais recente que fez?
Acabei, agora mesmo, de gravar um novo anúncio para a Pantene. Estou a fazer o confinamento no Porto, mas vou a Lisboa quando tenho trabalho. Tenho sempre de fazer o teste para a Covid-19 e cumprir com os cuidados máximos. Neste momento, sinto que a minha carreira não parou tanto, em relação ao ano passado, em que parou completamente. Já a parte digital está a andar a mil, houve um crescimento imenso desde o início da pandemia, no ano passado, porque as pessoas procuram entretenimento. Falo com conhecimento de causa, porque eu própria consumo imenso esse tipo de conteúdos.

Vai acompanhar a nova edição do concurso "Cabelo Pantene - O Sonho"?
Ainda não tenho muita informação sobre o novo concurso, pois as inscrições começaram agora e decorrem até ao próximo dia 15 de março, no site oficial. Mas quero muito acompanhar, porque é um concurso que me diz muito. Mesmo que não esteja, diretamente, envolvida no concurso, vou acompanhar, porque foi uma experiência muito gira para mim e estou sempre curiosa para ver quem concorre, quem é que se esforça, ou não, quem pode ganhar… Acho muito giro e vou acompanhar, de certeza, mesmo que não faça parte da produção.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Quais os conselhos que dá aos novos concorrentes?
Dou sempre os mesmos. Para mim, é mesmo importante mantermo-nos fiéis a nós próprios e não tentarmos imitar ninguém. Cultivar a nossa pessoa, no sentido de tentar mostrar que somos mais do que um cabelo, porque a Embaixadora Pantene é muito mais do que um cabelo bonito, é toda a personalidade, tudo aquilo que defende e aquilo que representa enquanto pessoa. Nós queremos seguir a história do cabelo e da pessoa, em conjunto. Por isso, é serem elas próprias e divertirem-se, acima de tudo! Eu diverti-me imenso e isso foi uma mais valia, porque não sentia que estava num concurso. É importante, ainda, perceber que já é uma oportunidade enorme chegarmos a finalistas e tentarmos agarrar ao máximo a informação que nos chega, para conseguirmos usar isso a nosso favor. Além disso, os mentores e os apresentadores estão sempre a dar-nos dicas e, mesmo que não consigamos ganhar, tudo isso é importante para, no futuro, usarmos a nosso favor.

Tem recebido mensagens de possíveis candidatos a pedir conselhos?
Sim, especialmente de raparigas, e o principal receio que têm é o medo da rejeição, mas gostava de passar a mensagem de que não é por se ouvir um "não" que vamos deixar de acreditar ou que vamos deixar de lutar por aquilo que queremos. Se, eventualmente, não forem escolhidas é porque, naquele momento, não tinha de ser e, certamente, outras oportunidades virão. Queria mesmo desejar boa sorte a todos e dizer para não terem medo de se candidatar, porque é uma experiência fantástica!

E quais os conselhos que dá às leitoras da SELFIE para manterem o cabelo bonito e saudável, sobretudo, em período de confinamento?
No fundo, o mais importante é manter a rotina como se fôssemos sair de casa. Não dispensar as máscaras, porque o nosso cabelo, independentemente de não estar a lidar com o ar da rua, precisa de hidratação e de cuidados. Estar em casa acaba, às vezes, por tornar o cabelo ainda mais oleoso, por estarmos deitados a ver televisão, etc… Na minha opinião, não devemos mesmo prescindir das máscaras, pelo menos, uma vez por semana. Além disso, usar óleo nas pontas, para que estas estejam sempre cuidadas. Para mim, ter o cabelo bem tratado é um ponto de partida para nos sentirmos melhor ainda, por isso, acho que é super importante cuidar do cabelo em confinamento, porque o facto de o ter limpo e hidratado vai fazer-nos sentir melhor.

Que produtos não dispensa?
Os produtos de que mais gosto e que aconselho são a máscara, que deve ser usada uma vez por semana, e o óleo, para aplicar nas pontas do cabelo, todos os dias. Até podemos não lavar o cabelo nesse dia, mas é sempre bom hidratar as pontas. A gama que uso é a Repara e Protege, indicada para manter o cabelo mais protegido e as pontas reparadas, para dar um efeito hidratado e brilhante, mas cada pessoa deve perceber aquela que é a gama mais indicada para o seu caso. Agora, vão sair gamas novas da Pantene, ainda mais específicas, pelo que vai ser mais fácil cada pessoa perceber o que o seu cabelo necessita. Quando o cabelo se "vicia" numa gama é que pode ir ficando mais oleoso, pode ter mais queda, pelo que é importante irmos "ouvindo" o cabelo e adaptarmos a nossa rotina. Os produtos que mencionei são mesmo cruciais e não têm esse tipo de consequências, porque são para aplicar do meio do cabelo para baixo. São produtos que se podem usar durante anos, que só melhoram o cabelo, pois, se bem aplicados, não têm contacto com o couro cabeludo e não afetam a oleosidade ou o crescimento… O que acontece é que há pessoas que aplicam mal a máscara e o cabelo fica super pesado.