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Andreia Rodrigues partilha foto inédita das filhas: "Percebi que não nasci mãe"

Filhas de Andreia Rodrigues e Daniel Oliveira na SELFIE
Andreia Rodrigues responde a questões sobre a maternidade
O vídeo da filha de Andreia Rodrigues a gatinhar que está a derreter os fãs
Andreia Rodrigues na SELFIE
Andreia Rodrigues responde a questões dos fãs

Através do Instagram, a apresentadora Andreia Rodrigues partilhou uma reflexão sincera sobre a maternidade.

No Instagram, Andreia Rodrigues tem o hábito de partilhar as alegrias e as angústias da maternidade. Foi o que aconteceu, mais uma vez, na passada terça-feira, dia 20, quando a apresentadora, de 37 anos, deixou uma reflexão sobre a condição de ser mãe. 

"Desde cedo que sonhava com a maternidade. Sonhava-a e imaginava-a de muitas formas. A Alice nasceu e percebi que não nasci mãe, também eu nasci naquele parto e, também eu, precisava de aprender a ser dela. A maternidade é mágica, mas, também, dói. A maternidade dá-nos força mas, também, nos leva ao limite das nossas capacidades. 'Nunca farei', faremos sim! E faremos umas vezes melhor e, outras, pior. 'Errar', reconhecer e recomeçar é um exemplo incrível que podemos dar aos nossos filhos!", começou por desabafar Andreia Rodrigues, na legenda de uma fotografia inédita de Alice, de três anos, e de Inês, de cinco meses, fruto do casamento com Daniel Oliveira.

A comunicadora sublinhou, também, que a maternidade é contraditória: "Em tempos em que o parecer parece importar mais do que o ser… é essencial sermos, em primeiro lugar, humanos, sem 'filtros'. A maternidade é uma constante busca pelo melhor, sem sabermos se o é. É, num instante, querer voltar lá atrás e, no instante seguinte, não imaginarmos a nossa vida, sem os nossos filhos. É querer 'fugir' e não aguentar de saudades. É ir para um qualquer lugar, com o nosso par, deixar os filhos, cuidados e amados, e reconhecer o bem que nos sabe e faz, e que não é por isso que os amamos menos."

"[Entretanto] A Inês nasceu. Agora, sou mãe de duas! Gerir tempo, atenção, tentar não falhar e gerir a culpa de não o conseguir - ah, esta palavra maldita, 'culpa'. Mas, sabem uma coisa? Está tudo bem! Nos dias mais difíceis, faço questão de me lembrar que sou humana e, se ceder à pressão, não faz mal, isso não me enfraquece. Ah… por falar em ser humana, o meu corpo também me lembra disso e, acreditem, que há dias em que não gosto muito que ele me lembre, mas respeito-o e respeitá-lo é respeitar-me, é amar-me e é dessa mãe que as minhas filhas precisam, acima de tudo, nos momentos felizes e tristes! Uma mãe que lamba as feridas e cuide de si para poder cuidar. Uma mãe que se aceite, mas não tenha medo de querer a melhor versão de si mesma. É importante libertarmo-nos de julgamentos - e, acreditem, que, às vezes, nós somos o nosso maior inimigo", confessou, ainda.

No final, Andreia Rodrigues deixou o apelo para que não haja medo de se ser real: "E quando as vejo dormir, depois de birras, gargalhadas, choro, mama, mimo e muitas estórias - mesmo quando já não sei o que inventar -, sei que o mais importante está ali, somos nós e o amor que nos une… e que o caminho será feito de desafios, conquistas, dificuldades, mas, acima de tudo, de amor, compaixão e compreensão! Não ter medo de ser real é incrível e libertador!"

Veja, agora, a imagem inédita das filhas de Andreia Rodrigues, na galeria de fotografias que preparámos para si.