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Ana Brito e Cunha confessa: "Nunca na vida fui ruiva!"

Ana Brito e Cunha revela 5 coisas que ninguém sabe sobre a atriz
Ana Brito e Cunha na SELFIE

Desafiada pela SELFIE, Ana Brito e Cunha revelou cinco curiosidades que ninguém sabe sobre a atriz, que integra o elenco da novela "Festa é Festa".

1. "Quando andava na escola, em Madrid, quando morava lá. Era muito pequenina e, ao que parece, pedi para ir à casa de banho, mas desapareci durante muito tempo e ninguém sabia de mim. Tinha cerca de quatro ou cinco anos e andaram muito tempo à minha procura. Foi um bocado aflitivo, foram à sala da minha irmã, até que começaram a ouvir uns gritos. Eu estava dentro do armário dos bibes, com os ouvidos tapados, a gritar, e a única pessoa que me acalmou foi a minha irmã. Segundo me contam, não me deixavam falar dentro da sala de aula e eu fui para o armário gritar";

2. "Tenho um gato, o Gandhi, e muita gente conhece-o das minhas partilhas nas redes sociais. Mas um gato não era um animal pelo qual eu tivesse grande empatia. A determinada altura da minha vida, durante uma relação que tive, ganhei essa empatia com um gato, o Lucky. Eu já estava a passar os 40 anos, farta de estar sozinha, queria muito ser mãe e não via as coisas a acontecer, e um dia pensei: 'Vou arranjar um animal, para puxar em mim o instinto da maternidade. Eu ter de me ocupar e cuidar de alguém, pode ser que, assim, aconteça.' E aconteceu!";

3. "Tenho uma pequena tatuagem que foi um erro. Tenho uma florzinha, que supostamente era uma flor indígena, com quatro pétalas: Terra, Água, Fogo e Ar. Eu tinha 16 anos e, como qualquer adolescente, queria tudo para amanhã e quis a dobrar e pedi para fazer com oito pétalas. O tatuador não percebeu e fez-me uma margarida. Portanto, tenho aqui uma flor, que ando para arranjar há anos";

4. "Nunca na vida fui ruiva! Eu não sou ruiva natural! Há muita gente que pensa que sou ruiva natural. Sou morena e com o sol da praia, eventualmente, fico com o cabelo castanho mais claro e, como tenho esta pele, dá muito a ideia de que sou ruiva, mas nunca fui";

5. "O primeiro contacto que tive com este meio profissional foi quando tinha dez anos andava no Instituto Espanhol, já a viver em Portugal, e foram feitas audições para o musical da "Annie". Eu era igual à Annie, fisicamente, fui passando em todas as audições, até que cheguei ao canto e com o maestro Jorge Machado - com muita pena dele e minha - não houve hipótese de eu passar. Nessa altura, saiu no jornal um 'descobre as diferenças' com a Annie original e comigo, que ainda tenho o pedaço de jornal guardado".