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Ana Guiomar faz pedido aos autores de "Festa é Festa"

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A iniciar as gravações da terceira temporada de "Festa é Festa", Ana Guiomar passou a ser atriz exclusiva da TVI, e, em conversa com a SELFIE, revelou que fez um pedido aos autores da novela.

17 anos depois dos "Morangos com Açúcar", o que dirias, agora, àquela menina, que chegou, de repente, ao estúdio, para gravar a série?
Essa menina achava que não ia fazer disto profissão e que só estava ali para colmatar uma ausência de hobbies que tinha, quando era miúda. Nunca tive hobbies nenhuns, então, queria estar ocupada nas férias de verão e foi assim que comecei. Não sei... é assustador. Os meus pais sempre me disseram que o tempo passa rápido e, agora, dar-lhes razão e sentir que o tempo passa mesmo rápido é muito assustador.

Como foi receber este convite, este desafio?
Gosto muito de ter esta ligação, mas, para mim, o desafio e o presente são a Aida. Gosto mesmo, mesmo de fazer aquela personagem.

Achas que chegou na altura certa?
Acho que sim. Tive dúvidas, porque era uma personagem mais velha do que eu e achei que não iria conseguir fazer, mas, agora, tenho de lhes dar razão e foi acertado.

E este compromisso é importante, para ti?
O compromisso é importante, porque, no meio da televisão, as coisas são muito efémeras e são muito rápidas e, então, para nós estarmos com os pés assentes na terra, sem dúvida que é mais fácil. De qualquer forma, fiz um bocadinho o percurso inverso. Quando saí dos "Morangos", tenho a noção de que quase todos os meus colegas da altura tiveram uma ligação com o canal, coisa que não me aconteceu, e acabei por trabalhar em mais sítios e fazer a minha própria rede, ou seja, nunca tive muito medo. Agora, voltar com esta segurança, é claro que é muito incrível, mas também estou muito contente com o percurso que fiz e por ter sido o inverso.

Quem foi a primeira pessoa a quem contaste?
Acho que foi ao Diogo [Valsassina, noivo de Ana Guiomar]. Ou à minha mãe.

Como é que eles reagiram?
Ficaram contentes, obviamente.

E para ti, qual é o sentimento que fica com este reconhecimento? Era algo por que esperavas?
Não... Nem pensava muito sobre isto. Acho que, também, o reconhecimento que me têm dado, com as personagens que me têm dado, é quase a mesma coisa, não é? As personagens têm interesse, são desafiantes... Agora, isto é um voto de confiança extra, obviamente.

Para ti, a TVI já é uma segunda família?
Sim, sem dúvida, isso sem dúvida!

E és muito crítica em relação ao teu trabalho?
Sou, mas vejo tudo. Consigo ver tudo. Gosto muito. Às vezes, faz-me confusão, mas vejo à mesma.

Mas és a tua maior crítica?
Acho que sim!

E quem está lá sempre a apoiar-te?
A minha família e a minha agência.

E, agora, vem aí a terceira temporada do "Festa é Festa"...
Sim, já comecei a gravar e estamos todos muito contentes e muito desejosos de chegarmos ao Carnaval, muito desejosos de chegarmos ao verão.

O que esperas para a Aida, nesta nova temporada?
Já pedi isto aos autores: acho que a Aida devia ser uma mulher muito feliz. Acho que ela não devia trair o Tomé, porque aquilo é uma relação para a vida e acho que essas coisas não se fazem. Imaginei a Aida, no final de toda a novela, a engravidar "fora de tempo" e a ficar super enervada. Mas ainda não sei de nada. Os episódios vão sendo escritos devagarinho.

E em relação a futuros projetos, há alguma personagem que gostasses de fazer?
Não tenho muito essa coisa das personagens que são clichés... Ainda me falta fazer uma vilã, mas acho que as minhas personagens acabam por ser tão completas que consigo passar um bocadinho por todos os lados.

E há alguém com quem gostasses de contracenar e com quem ainda não tiveste oportunidade?
Por acaso, não. Acho que já cumpri todos os sonhos, nesse sentido. Claro que, agora, foi muito bom reencontrar o Pedro [Teixeira], porque já não trabalhava com ele há muitos anos. De certeza que há pessoas dos "Morangos" com quem gostava de voltar a trabalhar: a Sara Prata, a Inês Castel-Branco... Mas acho que já cumpri a minha quota. Queria muito trabalhar com o [João] Perry, e já aconteceu. Queria muito trabalhar com o Miguel Guilherme, e também já aconteceu. Portanto, estou bem.

E qual foi o projeto que mais te marcou, até hoje?
Por ter sido um trabalho muito difícil, a série "Conta-me Como Foi", porque estava a representar uma época e uma classe. Exigiu-me estudo. A Rute, da novela "Amar Demais", também me deu muito trabalho, porque era uma personagem com muita energia. Ela tinha uma característica especial: não se conseguia expressar. E representar isso era muito difícil.

E há algo que ambiciones fazer, fora da representação, como, por exemplo, na apresentação?
Só se for uma coisa que tenha mesmo a ver comigo. Não tenho nada, nada o sonho de apresentar.

Se não fosses atriz, o que serias?
Não sei... Qualquer coisa. Mas acho que seria, sempre, competitiva e ambiciosa, no bom sentido. Gosto, sempre, de melhorar.

E, a nível pessoal, o que desejas para ti, nos próximos anos?
Se ficar como está agora, está tudo bem! Tenho uma família super feliz, está tudo com saúde, está tudo bem.