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Diogo Reffóios Cunha sobre novo "Big Brother": "Só mesmo quem tem unhas é que vai tocar aquela guitarra!"

Finalista do "Big Brother 2020", Diogo Reffóios Cunha tem seguido, com atenção, os novos moradores da casa mais vigiada do país.

Diogo Reffóios Cunha diz que a passagem pelo "Big Brother" lhe trouxe uma visibilidade e uma influência que lhe permitem, agora, fazer outras coisas. "Aquilo é a tua personalidade com esteróides", afirma o ex-concorrente, explicando: "Desde que saí, tenho a minha vida, tal e qual como no passado, [...] mas, agora, com melhores condições. Antes, eu trabalhava num hostel, quatro horas por dia, a fazer as camas e a arrumar e, em troca, eles davam-me dormida. Agora, consigo o mesmo, mas organizo podcasts no hostel e trato do marketing. Dá-me tempo para fazer outras coisas, como correr ou passear, e dedicar-me a outros projetos."

O redator publicitário não tem dúvidas: "O 'Big Brother' não veio mudar nada aquilo que eu já era. Amplificou o que eu já era, apenas."

Já sobre os mais recentes inquilinos daquela que é conhecida como a casa mais vigiada do país, Diogo Reffóios Cunha prefere não tecer apreciações acerca dos concorrentes, mas assume ser espectador assíduo, até porque é, muitas vezes, chamado a comentar o que se passa no reality show da TVI, no "Extra".

"A intensidade e a pressão de viver debaixo dos holofotes é muito difícil e é, realmente, complicado. A prova disso é que já tivemos mais pessoas a sair daquela casa pelo próprio pé ou a ser expulsas do que votadas pelo público para sairem. O normal é ser o público a expulsar os concorrentes... De alguma forma, a revolução está mesmo a acontecer", afirma Diogo Reffóios Cunha, acrescentando: "Só mesmo quem tem unhas é que vai tocar aquela guitarra!".

"Olhando para o 'Big Brother - A Revolução', agradeço as férias - digo férias, ironicamente - que me foram proporcionadas, com aquela vista fantástica", diz o redator publicitário, referindo-se à forma como os concorrentes entraram - divididos em grupos, escolhidos pelo "Big Brother" - e ao facto de a vista para a Ericeira estar tapada.