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EXCLUSIVO

As revelações de Ruben Rua sobre o novo programa da TVI, "Viva Vida"

A SELFIE conversou, em exclusivo, com Ruben Rua, na estreia do programa "Dia de Cristina".

Ao lado da infuencer Helena Coelho, Ruben Rua vai apresentar o programa "Viva Vida" e não poderia estar mais expectante.

"Todos os sábados, temos encontro marcado, às 15:00 horas, naquilo que nós queremos que seja um programa divertido, para cima, que nos traga, de facto, o melhor da vida. Vão existir duas dinâmicas diferentes, portanto, estúdio, onde vamos ter convidados, às vezes, um, às vezes, dois, às vezes, três, às vezes, até podem ir dez. Vamos ter, também, várias peças que são gravadas, ao longo destas semanas, e que nos vão mostrar, de facto, coisas diversas. Hoje, pode ser um restaurante, amanhã, pode ser uma casa, pode ser um hotel, caras muito conhecidas a fazerem aquilo que sabem fazer melhor, mas de uma forma diferente. Se calhar, a fazerem coisas que não sabem fazer tão bem. Queremos que seja, acima de tudo, uma hora muito bem passada, com muito glamour, muita energia, e que faça jus a este nome: 'Viva Vida'", afirmou o apresentador.

Ainda sobre Helena Coelho, Ruben Rua confidenciou-nos: "Eu estava a imaginar, já a projetar tudo, e não me saía o Helena... Lena também não gosto. Mal nos encontrámos novamente, eu disse: 'Anda cá, Lenita. Eu vou-te chamar assim.' E ela diz-me: 'Olha, só há uma pessoa que me chama Lenita, que é o meu pai.' E eu disse-lhe: 'Pronto, se tu deixares, agora vais ter duas."

Questionado sobre as primeiras pessoas a quem contou que ia abraçar este desafio na TVI, o apresentador revelou: "Acho que foi a minha irmã, por mensagem, mas a primeira chamada foi para a minha mãe. Nós falamos, praticamente, todos os dias, e quando eu liguei, disse: 'Olha, estou a sair agora e temos isto na mesa'. A minha mãe quer, como qualquer mãe, o melhor para o filho, e, além disso, é uma mãe próxima, que me acompanha e que sabe a minha dedicação, o meu esforço, a minha luta e o empenho que coloco nas coisas, portanto, sente esta oportunidade como ela, de facto, deve ser sentida, como uma oportunidade grande, acho eu, e, agora, vou ser honesto, que trabalhou para que ela surgisse e ficou feliz."