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Cláudio Ramos: "Gente que, como eu, precisa de um lugar para se encontrar"

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Foi nas redes sociais que Cláudio Ramos relatou a mais recente visita ao Santuário de Fátima, um lugar onde o apresentador "recebe conforto".

"As minhas idas ao Santuário não se prendem só com o 13 de Maio. Até porque o caminho de Fátima faz-se muito antes e muito depois de lá se chegar, de cada vez que ali se vai. Fui muitas vezes para pedir, mas muitas mais para agradecer. Agradecer muito! Gosto de ir de noite, a horas que sei que não está muita gente. Gosto de escutar a paz daquele silêncio. Chego e fico ali. Observo ao longe, quieto, calado, com as preces no pensamento e, de vez em quando, um murmurar baixinho. Volto aliviado. Limpo", começou por contar Cláudio Ramos, relatando uma das recentes visitas ao lugar sagrado.

"[...] Devotos de Nossa Senhora, peregrinos, católicos, crentes... gente que, como eu, precisa de um lugar para se encontrar. Para ser ouvido. Para se ouvir. Um lugar onde recebe conforto. Encontra respostas em sinais. Gente que acredita. Hoje, infelizmente, por conta das voltas que o mundo deu - que foram tão surpreendentes como as voltas do sol na Cova da Iria em 1917 - não podem estar todos os que queriam estar. Não conseguiram ir todos os que queriam ir. Muitos ficaram à porta. Não há nada a fazer, além de respeitar. Para o ano, poderá ser diferente porque, com a responsabilidade de cada um, o Santuário voltará a ser um lugar onde se poderá ir como antes. Sem horários, sem limites, sem barreiras", continuou, lembrando as restrições impostas pela pandemia Covid-19.

Cláudio Ramos aproveitou, ainda, para deixar uma mensagem de esperança aos seguidores sobre o futuro da pandemia, bem como um alerta para os cuidados imperativos a ter: "Falo do Santuário, como posso falar dos palcos, dos cinemas, dos restaurantes, das escolas, do comércio, dos jardins, das praias... Vai acontecer. Mas, para que isso aconteça mais rapidamente, temos de fazer a nossa parte. É preciso ter consciência do que se vive para lá daquilo em que se acredita. É preciso respeitar espaços. É preciso ser responsável.