Entrevistas

"Dioguinho", ex-namorado de Fanny Rodrigues, confessa: "A televisão pode ser destrutiva e super negativa"

Foi em 2011 que Diogo Cruz, mais conhecido como "Dioguinho", ficou famoso, ao marcar presença em muitas galas da segunda edição da "Casa dos Segredos", por ser namorado de Fanny Rodrigues. A relação terminou, durante o programa, e, de lá para cá, a vida de Diogo Cruz mudou bastante: agora, "Dioguinho" é pai de Isaac, de seis anos, fruto do casamento com Vera Praxis, e continua a ser DJ, mas tem um novo nome artístico: DJ CruzBack. Numa entrevista exclusiva à SELFIE, "Dioguinho" fala sobre a experiência da paternidade, conta como tem enfrentado a pandemia e faz um balanço do tempo em que esteve nas luzes da ribalta.

Foi há cerca de dez anos que se tornou conhecido, por causa de uma das edições da "Casa dos Segredos". Que recordações guarda dessa altura?
Guardo boas recordações, graças a algumas pessoas que conheci, nessa época, e que, ainda hoje, levo comigo no coração. É o o caso de ex-concorrentes da "Casa dos Segredos", como o Arnaldo, da terceira edição, que sempre foi um amigo enorme, o Zé Miguel, da primeira edição, o Carlos Sousa, o Cláudio Coelho, que é com quem ainda tenho mais contacto, e a Susana, cujo contacto já perdi há alguns anos. Sem dúvida que estas foram as pessoas que mais me marcaram, naquela altura.

Tem saudades desses tempos?
Não tenho saudades. Acho que tudo foi vivido na altura certa e foi o quanto basta.

De lá para cá, a sua vida mudou bastante. O Diogo, inclusive, já foi pai. Como é que a paternidade o transformou?
A paternidade amadureceu-me, ainda mais, e ajudou-me a ver a vida de outra maneira. Comecei a ver tudo de outra forma, a ganhar mais responsabilidade, a ganhar um rumo mais coeso e firme e a deixar as luzes da ribalta televisiva de vez, porque a televisão é uma máquina enorme: umas vezes é construtiva e super positiva, mas, noutras situações, pode ser destrutiva e super negativa.

É DJ de profissão. A música sempre foi uma paixão, para si?
A música foi, é e será sempre a minha maior paixão. Desde que me lembro de ser gente que amo música.

A sua profissão foi bastante afetada pela pandemia. Como é que tem encarado este período?
Tem sido um desafio, porque, de facto, todos nós, os DJs, estamos em standby.

E que alternativas tem encontrado para continuar a "dar música" às pessoas?
Tenho feito alguns diretos, no Instagram, para levar aquilo de que mais gosto de fazer às pessoas que me seguem, nas redes sociais.

Nunca pensou em ir para o estrangeiro, em busca de outras oportunidades?
Não penso nisso... Tenho uma vida bastante sólida, em Portugal, e não sinto necessidade de emigrar.

Era capaz de aceitar um convite para entrar num reality show, como a "Casa dos Segredos"?
Se calhar, aceitaria, dependendo da proposta e da minha disponibilidade. Mas, de facto, não passa pelos meus objetivos, neste momento, fazer parte de um reality show. A minha vida profissional e pessoal ocupa demais o meu tempo, para que pudesse pensar em aceitar.

É um espetador assíduo de reality shows?
Não sou um espetador assíduo, porque me falta tempo. Não consigo acompanhar muito estas edições mais recentes.

Acompanha o "Big Brother - Duplo Impacto"?
Acompanhei um pouco, enquanto o Cláudio [Coelho] participou. No entanto, após a saída dele, desliguei-me um pouco... Lá está, a falta de tempo, também, não ajuda.

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