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Sandra, do "Big Brother": passado marcado por abandono do pai, racismo e depressão

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Na gala de domingo, dia 27, a concorrente do "Big Brother - A Revolução" Sandra aceitou o desafio de desenhar a curva da vida, recordando os momentos mais felizes - e os mais tristes - por que já passou.

Sandra começou por viajar no tempo até à infância e recordar o sofrimento da mãe, porque, quando acontecia algum problema na aldeia em que vivia, a culpa era sempre dela e da família, por serem "pretos", tal como refere a concorrente do "Big Brother", citando as pessoas que tinham esse preconceito racial, na altura.

Durante grande parte da sua vida, Sandra sentiu-se excluída, inclusive pela avó, que a abandonou aos sete anos e que estabelecia diferenças entre a mãe de Jéssica e os outros netos, por Sandra ser mestiça.

A adolescência foi, igualmente, uma etapa difícil, porque Sandra era diferente, pela cor de pele, pelo cabelo... "Não tinha namorados, ninguém gostava de mim", recordou.

Quanto ao progenitor, Sandra considera que era um "bom pai", mas também era rejeitada por este familiar. Aliás, apenas o reencontrou há dois anos.

Na idade adulta, Sandra também passou por momentos conturbados. Um dos mais recentes foi quando cuidou da mãe, que sofre de uma doença degenerativa - artrite reumatóide e artrose. No meio desse processo, a gerente de clínica de estética acabou por sofrer uma depressão.

Falando em momentos mais felizes, aos 17 anos, conheceu o marido, Pedro. Este encontro, para Sandra, foi a melhor coisa que lhe aconteceu na vida. Depois de ter sofrido um aborto espontâneo, aos 19 anos, foi mãe de Jéssica, aos 23.

Aliás, a curva da vida terminou de uma forma comovente, com um abraço entre mãe e filha.

Veja, agora, o vídeo da curva da vida de Sandra.