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Valdemar Brito sobre "Festa é Festa": "A minha inspiração é o meu primo"

As primeiras imagens da novela "Festa é Festa"
Apresentação da novela "Festa é Festa"

A SELFIE acompanhou as gravações do genérico da novela "Festa é Festa" e aproveitou para falar com Valdemar Brito acerca do novo desafio do ator.

O que nos pode contar acerca da sua personagem na novela "Festa é Festa"? 
O Louis é o filho da São [Sílvia Rizzo] e do Fernando [Manuel Marques], que vieram de França. É engraçado porque a família é toda explosiva e o Louis é a pessoa calma. É preciso ter alguém que acalme aquela família, porque eles fazem a viagem de França para Portugal tudo em grande confusão e, se não tivessem o Louis, aquilo ia descambar. Vai ser engraçado as pessoas verem, porque são todos brancos e, depois, o Louis é mulato! [risos] Eu gosto do Louis, porque ele é bom rapaz, adora literatura, tem paixão por Portugal. 

Como se preparou para esta personagem?
Acho que ainda a estou a construir. Então, faço os trabalhos de casa, mas ele é muito parecido com um primo meu. O meu primo é calmo, sereno, pensa muito antes de falar, e eu não. Sou mais impulsivo e esse meu primo é super tranquilo, fala muito bem, é muito esperto e vou mais por aí. A minha inspiração é o meu primo. 

O que podem as pessoas esperar desta novela?
Podem esperar uma festa. Com a pandemia Covid-19, as pessoas ficaram em casa, ficaram tristes e com isto, mesmo que fiquem em casa, vão ter uma boa companhia, com muito humor. Acho que a comédia está bem feita e muito bem escrita. As pessoas vão identificar-se, estamos a representar as pessoas reais. 

E como viveu estes períodos de confinamento?  
O primeiro foi horrível. Sou uma pessoa que gosta de estar na rua, seja para fotografar, estar com os meus amigos, passear… Não sou uma pessoa de ficar em casa. Só gosto de estar em casa se for para ver filmes ou dormir, então, foi horrível estar fechado num espaço com uma pessoa. Precisava de ter o meu espaço e não foi muito bom. Então, ficava muito tempo na varanda, a fazer músicas - algo que também faço -, só que nem consegui ser criativo. Neste último confinamento, consegui trabalhar. Também, sou modelo e consegui sair de casa. É o que gosto mesmo de fazer, gosto de estar fora de casa.

Como tem sido gravar em tempos de confinamento? 
Não me faz confusão, porque já estamos um bocado habituados. Psicologicamente, já estamos preparados para isso. Por exemplo, antes, no guarda-roupa, podiam estar dois atores, ao mesmo tempo, a trocar de roupa, e, desta vez, isso não vai acontecer. 

Por que motivo as pessoas não podem perder "Festa é Festa"?
Não podem perder esta "Festa é Festa", porque vai ser uma boa companhia. Vai ser um abraço visual. As pessoas vão sentir-se abraçadas.