urlvisit

Manuel Luís Goucha revela momentos mais difíceis da carreira: "Não dormi bem nessas duas noites"

"Big Brother": os looks de Manuel Luís Goucha
Manuel Luís Goucha revela as conversas mais marcantes: «Eu não dormi bem nessas noites»
«O que fazes no intervalo» com Manuel Luís Goucha
Manuel Luís Goucha entrevista Anna Westerlund, na primeira conversa após a morte de Pedro Lima
Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha em "nova aventura"

Em conversa com Ana Rita Clara, Manuel Luís Goucha falou sobre os momentos mais marcantes da vida profissional do apresentador.

Manuel Luís Goucha foi um dos entrevistados do programa "Bastidores" e Ana Rita Clara, apresentadora do formato da TVI Ficção, questionou o comunicador acerca o "momento mais marcante" da vida profissional.

"Não sei…", começou por responder o responsável do programa "Goucha", antes de revelar: "Há dois e vamos misturar o momento profissional com momentos como pessoa e em termos emocionais: a conversa com o Tony Carreira, e a conversa com a mulher do Pedro Lima, a Anna Westerlund."

"Foram os momentos mais difíceis e que exigiram… Eu não dormi bem sequer nessas duas noites, porque é tratar a dor da perda de uma filha e a dor da perda de um homem que todos amávamos, tratar com pinças, tratar com dignidade, tratar sem beliscar a dor, tratar sem escarafunchar a dor. A televisão vive muito do 'escarafunchanço' e eu recuso-me a isso", acrescentou o apresentador.

"Eu tenho aqui [no programa 'Goucha'] histórias de vida incríveis, que são sempre abordadas pelo lado da superação, da ultrapassagem e foi uma coisa que deixei muito nítida com a equipa com quem trabalho agora. Eu recuso-me a escarafunchar. As audiências, para mim, não são o mais importante. Isto é horrível, eu sei que estamos numa televisão privada e, portanto, vive de audiências", garantiu, ainda, Manuel Luís Goucha, antes de assegurar: "Eu tenho que sair daqui [do estúdio] muito contente com o meu trabalho como profissional e, portanto, acho que, em nome das audiências, não vale tudo. E há um limite para andarmos ali a escarafunchar, podemos falar de tudo, mas com dignidade e elegância."