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Dia da Mãe. Luciana Abreu abre o coração sobre as 4 filhas: "Abdicaria da vida"

Luciana Abreu aceitou o desafio da SELFIE e respondeu ao nosso quiz relacionado com o Dia da Mãe, que se assinala este domingo, dia 1.

A atriz Luciana Abreu, de 36 anos, abriu o coração sobre a maternidade, neste quiz alusivo ao Dia da Mãe, que se celebra neste domingo, dia 1.

A também apresentadora, que pode ser vista no programa "Domingão", da SIC, tem quatro filhas: Lyonce Viiktórya, de 11 anos, Lyannii Viiktórya, de dez, e as gémeas Amoor Viktória e Valentine Viktória, de quatro. As duas filhas mais velhas são fruto do casamento já terminado de Luciana Abreu com o futebolista Yannick Djaló. Por sua vez, as mais novas são fruto do casamento, também já terminado, com o guia turístico Daniel Souza.

O que mudou desde que foi mãe?
É interessante, porque a mudança começa logo quando se sabe que estamos grávidas. É um sentimento de amor eterno, que desperta com um teste de gravidez positivo. É um sentimento único. E, depois, eu não chamarei de mudança, mas sim de despertar... despertar de responsabilidade, de proteção, de paciência, de abnegação.

Há algum momento que guarde com especial carinho?
Quando se é mãe, todos os momentos são especiais, porque são todos imprevisíveis, e todos são marcantes! Uns ficam mais retidos na memória, pelo insólito da situação, porque tudo é novo para uma mãe, por mais normal que pareça.

Os nomes das suas filhas foram todos escolhidos por si?
Os nomes das minhas filhas foram pensados e escolhidos por nós (casal), em concordância plena.

Qual a conversa mais delicada que já teve com elas?
A conversa mais delicada que eu tive com as minhas filhas mais velhas, foi quando expliquei o que é a moeda de troca, ou seja, o que é necessário para se comprar "coisas", o dinheiro, e o que é o dinheiro e o trabalho. As crianças não têm noção nenhuma de trabalho ou dinheiro. Graças a Deus, vivem soltas, a pensar que todos vivemos num reino encantado, aos saltinhos e com varinhas de condão... e que basta rir e sorrir para se ser feliz. Expliquei, com cuidado, para não terem medo de crescer, nem ficarem com pavor de trabalhar (risos).

O que costuma fazer, frequentemente, com as suas filhas?
Frequentemente, andamos de bicicleta, no jardim público, vamos às compras, ao cinema, e, em casa, cantamos e dançamos.

O que é que gostava muito de fazer com elas, mas ainda não teve a oportunidade?
Gostava de lhes dar tudo o que me passa pela cabeça, tudo em geral, e que elas não estejam à espera. Graças a Deus, tenho tido a oportunidade de lhes ir dando um pouco de tudo.

Defina-se enquanto mãe.
Definir-me enquanto mãe (risos)... Afetiva, protetora e leoa!

A personalidade delas é parecida com a sua?
A personalidade de cada uma das minhas filhas está em formação. O que ontem foi "lindo", hoje é "bonito" e, amanhã, pode ser "bem feio" (risos). Ainda nada é comparável. Ah! Comigo, todas cantam.

Abdicaria de tudo pelas suas filhas?
Abdicaria da vida, para a proteção das minhas filhas.

Como costumam celebrar o Dia da Mãe?
Celebramos tudo e o Dia da Mãe é especial. Fazem desenhos e tenho, sempre, direito a um teatro, que acaba com canções.

Com quatro filhas, gostava, ainda, de ter um menino? Ou isso já não lhe passa pela cabeça?
Ter quatro filhas significa ter a casa cheia. As novidades não param, nunca existe tédio, nem monotonia. Não penso em mais filhos. A minha família do coração é grande e há meninos, estamos completos.

Como é a logística familiar, com tantas crianças em casa? Ser mãe é o papel da sua vida?
A logística é bem organizada, familiarmente, com os apoios adequados. Ser mãe é o meu papel principal, é aquele que nunca vai ter dimensão. As minhas filhas serão, sempre, o público, e, os aplausos, a nossa felicidade.

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