Maria Vieira é bloqueada no Facebook e já reagiu

Maria Vieira, conhecida pelas inúmeras opiniões publicadas no Facebook, terá sido bloqueada pela plataforma, depois de ter publicado conteúdos políticos

"E eis-me acabada de sair de um bloqueio de 30 dias imposto pelo "FoiceBurka" a propósito de uma publicação datada do passado dia 19 de Novembro e amplamente divulgada pela comunicação social portuguesa, onde eu satirizava uma «grupeta» de idiotas úteis de Braga que se propunham criar uma denominada «Frente Anti-Fascista» para lutar contra o fascismo em Portugal, ou seja, para lutar contra uma organização política que não existe no nosso país, o que na realidade seria ou será mais ou menos como lutar contra os célebres moinhos de vento do não menos célebre Dº Quixote de La Mancha, de Cervantes", começou por explicar.

Mas não foi apenas um bloqueio na rede social, a atriz diz ter visto publicações eliminadas: "Acresce dizer que, posteriormente a esse bloqueio, ainda vi mais dois "posts" serem publicamente apagados da minha página, um sobre o candidato derrotado às eleições brasileiras - Fernando Haddad - mais um socialista que foi recentemente acusado de dezenas de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e um outro onde criticava o Programa de Financiamento lançado pelo governo português que pretende injetar sete milhões de euros, numa coisa chamada «Igualdade de Género», algo, segundo o ponto de vista do governo socialista/comunista nacional, muito mais importante que o Sistema de Saúde Pública que se encontra absolutamente falido ou do que o Sistema de Educação Pública que é um dos mais medíocres das últimas décadas ou que a Segurança Nacional cujos agentes e operacionais que a integram são completamente ignorados e desprezados pelo governo mentiroso, incompetente e corrupto que tomou conta do poder em Portugal" 


"Sou uma pessoa pública, uma actriz, uma comediante, uma humorista e uma autora com 38 anos de carreira e nunca na minha vida assisti a uma censura política tão cerrada, mas ao mesmo tempo tão dissimulada e sobretudo tão cobarde, como esta que se está a instalar no meu país, assim como em muitas outras nações da Europa Comunitária, onde impera o politicamente correcto e onde se tenta impor, contra a vontade da esmagadora maioria do povo europeu, o socialismo e a islamização do nosso velho e outrora civilizado continente!
Mas a vida continua e a luta que é de todos nós, uma luta democrática que não é de «extrema-direita» como é vergonhosamente apelidada pelo governo e pela comunicação social portuguesa mas sim de «extrema necessidade», uma luta que visa a protecção da nossa pátria, da nossa cultura, da nossa prosperidade, dos nossos valores e dos nossos costumes, essa luta, meus queridos e amados compatriotas, não cessará até que a liberdade, a verdadeira liberdade, volte a passar por aqui...", concluiu.