Carlos Costa: "Vivemos num país que vota Chega, não seria de esperar que votasse Carlos Costa"
Após ter ficado pela primeira fase da competição no programa "Simply the Best - O Melhor dos Melhores", o cantor Carlos Costa concedeu uma entrevista exclusiva à SELFIE.
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Igor Pires
- 22 mar, 13:00
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O que te levou a concorrer ao programa?
Houve um momento em que senti que precisava de voltar a colocar-me em jogo. Não por falta de percurso, mas precisamente porque acredito que crescer implica expor-nos novamente, em contextos diferentes.
Já tens uma carreira reconhecida e mesmo assim decidiste concorrer. Consideras que é um gesto de humildade?
Vejo mais como um gesto de consciência. Perceber que nenhum percurso está fechado e que há sempre espaço para recomeçar, ajustar e evoluir.
Como foi feita a escolha da música que interpretaste [Rise Like a Phoenix]?
Procurei uma música que me representasse neste momento - não só vocalmente, mas emocionalmente. Algo que traduzisse o ponto onde estou hoje.
O que foi mais desafiante nesta participação?
A gestão do momento. Tudo acontece muito rápido e há uma intensidade grande - emocional e mental. Entrar em palco com essa consciência exige foco.
Ficaste desiludido com a derrota?
Não olho para isto como uma derrota. Claro que todos queremos continuar, mas levo daqui algo mais importante: a confirmação de que estou no caminho certo. Vivemos num país que vota Chega, não seria de esperar que votasse Carlos Costa. Só sei de uma coisa: amo a vencedora [Gabriela Lemos]!
Planeias regressar de vez ao continente?
Estou muito aberto a isso. Este momento despertou em mim essa vontade de proximidade e de continuidade.
