Sandra Felgueiras partilha importante reflexão e afirma: "Nunca serei corporativista"
A propósito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, Sandra Felgueiras partilhou uma reflexão no Instagram.
-
Ana Albernaz
- 4 mai, 15:52
Gala 33 anos TVI: Sandra Felgueiras brilha na passadeira vermelha com look de princesa!
No Brasil, Sandra Felgueiras exibe boa forma
Ao lado da filha, Sandra Felgueiras desfruta do calor da Tanzânia
Sabia que Sandra Felgueiras tem outra paixão, além do jornalismo?
A temperatura acaba de aumentar! Aos 48 anos, Sandra Felgueiras mostra-se em biquíni
Sandra Felgueiras: as melhores fotografias
Sandra Felgueiras recarrega energias no Algarve: veja as fotos!
Sorridente, Sandra Felgueiras mostra-se de férias: saiba qual é o destino!
Sandra Felgueiras: "Quando olho para trás, penso que consegui"
Gala 33 anos TVI: Sandra Felgueiras... num look de um conto de fadas!
Sandra Felgueiras: "Este é o momento para..."
Sandra Felgueiras distinguida: "É uma imensa honra, mas também um enorme desafio"
Sandra Felgueiras: "Esteve presente sempre que precisei dele"
Esta segunda-feira, dia 4, Sandra Felgueiras usou o Instagram para assinalar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e partilhar uma importante reflexão.
"Há várias formas de limitar o jornalismo: da censura pública à prisão, o caminho é longo e gradualmente mais perigoso, mas é um caminho feito pelas democracias mascaradas que aspiram a ser de novo ditaduras", começou por escrever a jornalista da TVI, antes de recordar: "Há 330 jornalistas presos no mundo. A China, o Irão e a Rússia são os países mais repressores, mas hoje importa também refletir sobre tantas outras formas de coação sobre a liberdade de imprensa, mas também sobre a responsabilidade de quem sendo jornalista não pode ser agente de lobbies instalados."
"Ser jornalista é ser livre. De qualquer agenda. De qualquer fonte que alimente manchetes e o bolso de alguns. Informar implica ter esse sentido de responsabilidade que vai rareando porque muitos dos que se dizem jornalistas preferem o conforto da redação à inquietude de fazer o que devem!", considerou Sandra Felgueiras.
No final, a jornalista deixou uma garantia: "Nunca serei corporativista, porque o corporativismo é um dos cancros que mais injustiças cria e que mais destrói a nossa frágil democracia."
