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Rute Cardoso descreve momento em que soube da morte de Diogo Jota: "A minha cabeça parou ali"

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No livro Diogo Jota - Nunca Mais é Muito Tempo, escrito por José Manuel Delgado, Rute Cardoso quebrou o silêncio sobre a morte do marido e do cunhado, na madrugada de 3 de julho do ano passado, num acidente de viação.

Num excerto a que o site "Dioguinho" teve acesso, a jovem fala sobre o momento em que soube da trágica notícia.

Depois de não obter resposta a uma mensagem enviada pelo WhatsApp ao marido, o pânico intensificou-se quando se soube que os dois irmãos não tinham feito o check-in num hotel em Benavente, onde iriam pernoitar antes de continuar a viagem de automóvel para Inglaterra.

O escritor refere que Rute Cardoso enviou, entretanto, várias mensagens ao futebolista, mas nenhuma foi entregue. Esta espiral levou a nortenha a contactar hospitais e a polícia espanhola, mas não havia sinais de Diogo Jota e André Silva. Tudo mudou quando um tio, Vítor, camionista de profissão, interveio.

Através de uma chamada telefónica para a polícia de trânsito espanhola, o familiar ouviu o que confirmava o desastre. "Ouvi o meu tio dizer: 'Sim, são dois irmãos'. Era a certeza, forte e dura de que algo havia acontecido. De repente, o meu tio pediu‑me que lhe passasse o Nuno, o meu cunhado. Ouvi o meu tio dizer-lhe: 'Os corpos estão a ser levados'. Acho que ele acrescentou 'para a morgue', mas a minha cabeça parou ali. 'Corpos?'", contou a jovem.

A confirmação oficial das mortes chegou mais tarde, também por telefone, com um polícia espanhol a ler os dados de identificação do craque: "Declaro o óbito de Diogo José Teixeira da Silva, nascido em 4 de dezembro de 1996".

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