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Leveza na dor! Rute Cardoso faz revelação que envolve Diogo Jota: "Éramos um casal de chatos"

Autor de biografia citou Rute Cardoso em sentida entrevista.

O amor de Diogo Jota e Rute Cardoso: "Duas crianças de 15 e 16 anos começaram a sua história, na escola!"

Em dia especial, Rute Cardoso recorda Diogo Jota!

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Rute Cardoso, viúva de Diogo Jota, mostra-se a treinar

Durante maratona, Rute Cardoso, viúva de Diogo Jota, vive momento emotivo!

Emocionante! Filha de Diogo Jota surge com livro sobre o falecido futebolista

Em declarações ao canal A Bola TV, José Manuel Delgado falou sobre o livro "Diogo Jota. Nunca Mais é Muito Tempo", a biografia que fez do futebolista que morreu em julho de 2025 num acidente de viação.

O jornalista partilhou alguns dos traços da personalidade do atleta, desmistificando o comportamento habitual associado às grandes estrelas do futebol.

"Vou citar a Rute [a viúva], numa das conversas que tivemos e que está no livro, em que ela dizia: 'Nós éramos um casal de chatos, basicamente, porque não fumávamos, não bebíamos, não tomávamos café, não gostávamos de sair à noite, o que gostávamos mesmo era de estar em casa, às vezes o Diogo a jogar Playstation, porque ele tinha uma paixão tremenda pelos e-sports, ver filmes, sei lá, na televisão, na Netflix, ter amigos em casa para jogar jogos de tabuleiro, isso é que nos dava prazer'", começou por contar o autor.

"É muito curioso, porque o Diogo tinha um grupo de amigos desde os tempos das escolas do Gondomar, quando tinha oito anos, que se manteve até ao fim. Continuaram a encontrar-se sempre em Gondomar, depois quando ele jogou no Porto, depois foram a Wolverhampton, a Liverpool... cá encontraram-se muitas vezes, portanto, o Diogo tinha um núcleo de amizades antigas muito forte e eles partilharam para o livro uma série de episódios, aliás, e eu pedi aos cinco que cada um contasse uma história diferente passada com o Diogo - esse grupo de Gondomar era composto por seis contando já com o Diogo", continuou o autor da obra.

"Este livro foi difícil de fazer, e foi difícil estar neste livro, sobretudo para as pessoas que eram mais próximas do Diogo e do André, que nunca quiseram pôr-se em bicos de pés, que nunca quiseram protagonismo, e que só aceitaram falar por amor ao Diogo e também ao André, porque quiseram que houvesse um legado, que os filhos e os netos pudessem ler para saberem quem foram", findou José Manuel Delgado.

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