Confrontada por diretor de festival, Rita Marrafa de Carvalho quebra o silêncio sobre polémico bilhete
Nas redes sociais, Rita Marrafa de Carvalho lançou um comunicado.
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Ivan Silva
- 13 jul, 09:49
Há poucos dias, o nome de Rita Marrafa de Carvalho esteve envolvido numa polémica em torno da venda de um bilhete para o festival NOS Alive. Em causa, está o facto de se tratar de um ingresso oferecido pela produtora do mesmo, o que inviabiliza a venda.
A jornalista resolveu, então, emitir um comunicado no Facebook, no qual revelou que esteve à conversa com Álvaro Covões, o diretor-geral da Everything Is New.
De acordo com o texto divulgado por Rita Marrafa de Carvalho, o bilhete foi colocado à venda por ter sido oferecido ao filho. Porém, o jovem não quis ir ao festival e, por isso, pediu à mãe que o colocasse à venda. A jornalista explicou, mais à frente, que não tinha conhecimento de que o mesmo tivesse sido oferecido a uma autarquia e que, assim que percebeu, retirou imediatamente a partilha.
"Comunicado
1) O Mi fez 15 anos. Um colega deu-lhe um bilhete para o NOS Alive;
2) Não querendo ir, o Miguel ofereceu-o à irmã. Tendo exames, recusou;
3) Não querendo perder o dinheiro da prenda, pediu-me para o colocar à venda;
4) Tive conhecimento que Álvaro Covões, dono do Festival, apresentara queixa da minha publicação;
5) Contactei-o de imediato por mensagem telefónica explicando tudo isto;
6) Informou-me que aquele era um bilhete oferecido a uma autarquia;
7) Expliquei que desconhecia que era essa a origem do bilhete. Retirei de imediato o post. O bilhete não foi vendido;
8) Nunca fui contactada por Álvaro Covões ou a Everything is New sobre a aparente irregularidade;
9) Nunca fui contactada pelo jornal 24 horas;
10) O Mi não ficou sem prenda. Eu e o pai demos-lhe os 40 euros que ele gostaria de ter ganhado", começa por se ler.
Já na legenda da publicação, Rita Marrafa de Carvalho fez, ainda, uma "adenda" ao comunicado. "Em lugar algum do bilhete oferecido ao meu filho tem inscrito 'oferta' ou 'proibida a venda'. Para que fique bem claro o ridículo da 'notícia'", acrescentou.
