"Tudo partido e sangue por todo o lado": inspetor que encontrou Carlos Castro morto faz relato chocante!
Rick Tirelli, um dos inspetores que entraram no quarto onde Renato Seabra assassinou brutalmente Carlos Castro, fez uma descrição arrepiante sobre o cenário do crime.
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Dúlio Silva
- 24 ago, 17:06
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Era 7 de de janeiro de 2011 e o quarto número 3416, localizado no 34.º andar do Hotel InterContinental, em Manhattan, servia de cenário para um dos crimes mais chocantes que aconteceram em Nova Iorque. Aí, Carlos Castro foi brutalmente assassinado por Renato Seabra, com quem mantinha uma relação amorosa.
Rick Tirelli, hoje consultor técnico policial de séries criminais, foi durante 30 anos inspetor de homicídios de Nova Iorque, tendo feito parte da primeira equipa que chegou ao local. Em declarações ao programa da SIC "Portugal Criminal", recorda que, naquele dia, receberam uma chamada a dar conta de uma possível vítima de homicídio.
"Os meus parceiros e eu deslocámo-nos ao local e deparámo-nos com um local de crime horrível. Havia um homem idoso que tinha sido espancado até à morte. Era uma cena verdadeiramente chocante", descreve. "Quando chegámos, o quarto estava completamente revirado. Estava tudo partido, havia sangue por todo o lado, o monitor do computador estava partido, havia um par de ténis completamente ensanguentados... A vítima tinha lacerações por todo o corpo. Via-se claramente que tinha sido espancada até à morte. Também tinha sido esfaqueada várias vezes com um saca-rolhas, que ficou no local do crime. Na minha carreira, foi um dos piores locais de crime que já vi com alguém espancado com aquela brutalidade", assume.
Atualmente com 36 anos, o modelo foi condenado a uma pena de 25 anos de prisão, com possibilidade de prisão perpétua. Renato Seabra permanece nos Estados Unidos.
O cronista tinha 65 anos.
Veja, agora, vídeos sobre o caso de Carlos Castro e Renato Seabra.
