Cláudio Ramos recorreu à respetiva página de Instagram para fazer o já habitual balanço do que tem vivido nos últimos tempos.
"Esta camisa de ganga tem largos anos de vida. As calças são novas, largas, porque agora deu-me para isto. Sinto-me uma pessoa de bom gosto, só gente de bom gosto aprecia azul-escuro e mantinha no respetivo guarda-roupa este cardigan branco que já me fez três temporadas de tempo frio. Por falar em frio, a semana passada não comi gelado, mas comi frango, que um dia destes não o posso ver à frente. Ainda assim, devorei bolachas, duas pizzas, uns pães de alho, mais qualquer coisa que veio para a mesa, que não sabendo o nome me entrou de maravilha. Maravilhoso foi o regresso de Raquel Tavares, que mais uma vez mostrou que da sina com que se nasce dela não se foge, como não me foge do corpo este casaco de ganga que tenho usado demasiadas vezes e já que falo em corpo, tenho treinado o meu no ginásio como gente grande a ver se as pernas me crescem e deixo de invejar a dos outros", começou por referir na legenda de uma série de imagens que reflete estas recentes experiências.
De seguida, o apresentador, de 52 anos, ainda acrescentou: "Os 'outros' são estranhos quando metem coisas na cabeça, e às vezes trocam de coração, isto pode acontecer, pelo menos na série 'Cucu de Cristal'. Não é uma série cinco estrelas, mas passa-se bem o tempo com ela. Para quem já viu e gostou pode não achar justa esta avaliação, mas agarrem na palavra e vão ao cinema ver 'Justa', o filme português que mostra as cicatrizes que tragédias, como os incêndios, podem deixar… Por falar em cicatriz, há uma frase que vos vai fazer sentido. Não no filme, mas mais à frente nesta linda retrospetiva semanal, na qual não me cansei de escutar a Rosalia, na qual montei um dos meus presépios que é tão ou mais antigo que a camisa de ganga e descobri que uma rabanada de Natal pode ser devorada antes do meio-dia."
"Não imaginam vocês o esforço que uma pessoa faz para que este texto bata com as imagens. Não quer dizer que faça sentido, isso já é outra história. Nem tudo na vida tem de fazer sentido. Fotografar-se de cuecas e meias até ao joelho não faz sentido, mas há quem o faça, porque nos dias de hoje as pessoas fazem de tudo para ter um like, calçar meias até ao joelho é o mínimo", completou.
Veja, agora, as imagens partilhadas por Cláudio Ramos na galeria de fotografias que preparámos para si.
