Pedro Chagas Freitas voltou a emocionar os leitores, esta terça-feira, dia 9, com uma partilha carregada de nostalgia e ternura.
O escritor recordou a infância através de um poema em que descreve um tempo marcado pelo sonho, pela presença da mãe e pela inocência que caracterizava aqueles dias.
"Na casa da minha infância, havia o som do sonho pelo ar, havia a mãe que nunca deixei de amar e a lágrima que nunca deixei secar", começou por escrever Pedro Chagas Freitas.
"Na casa da minha infância, era de mim que se fazia a vida, era das mãos que se fazia a alegria e ser em mim grande era tudo o que queria", acrescentou o autor, rematando: "Na casa da minha infância, nem a morte conseguia entrar e era a rir-me que me deixava amar".
Veja, agora, a imagem partilhada por Pedro Chagas Freitas.

