Dilson Alves da Silva Neto, mais conhecido como Nego Di, e o sócio, Anderson Bonetti, foram condenados a 11 anos e oito meses de prisão por burla.
Segundo a justiça brasileira, citada pelo "g1", os crimes foram cometidos entre 18 de março a 26 de julho de 2021 e atingiram 16 vítimas. A condenação refere que o esquema se prendia com a venda de televisões, smartphones e aparelhos de ar-condicionado a preços abaixo do valor de mercado sem, contudo, existirem condições de cumprir as ofertas. Tudo acontecia através da loja online Tadizuera.
No âmbito deste processo, Nego Di foi detido a 14 de julho do ano passado, tendo permanecido durante mais de quatro meses na Penitenciária Estadual de Canoas.
Ao mesmo portal de notícias, a defesa de Nego Di afirma que "é essencial esclarecer" que o humorista e influenciador digitial "nunca foi sócio de Anderson Bonetti", nem "participou na gestão da plataforma": "A sua imagem foi utilizada para promover o projeto, confiando nas informações e responsabilidades atribuídas à outra parte envolvida. Não existia vínculo societário formal, nem atuação conjunta na administração do negócio."
"A defesa informa que irá interpor os recursos cabíveis contra a condenação e segue confiante de que as instâncias superiores irão reavaliar os factos com isenção, reconhecendo os vícios processuais, a ausência de dolo e o comportamento colaborativo de Dilson ao longo de todo o processo", informa ainda a advogada Camila Kersch.
Nego Di concorreu à edição de 2021 do reality show "Big Brother Brasil", transmitido pela TV Globo.
