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Revelados detalhes sobre o telemóvel da filha de Delfina Cruz... que contrariam investigação!

O telemóvel da filha de Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral, foi localizado pela última vez às 21:57 horas do dia em que desapareceu. No entanto, há quem diga que o telemóvel esteve ligado em dias seguintes.

A filha de Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral, está desaparecida desde segunda-feira, dia 19, depois da angariação de um imóvel. Na mais recente emissão do programa "Casa Feliz", Luís Maia revelou que, durante aquela tarde, houve "tentativas de contacto de pessoas mais próximas", mas todas elas "completamente frustradas, ou seja, as pessoas telefonavam mas não obtinham qualquer resposta".

"O que é certo é que sabemos que o telefone de Maria Custódia Amaral foi triangulado pela última vez pelas antenas de telecomunicações, no centro das Caldas da Rainha, às 21:57 horas. Ou seja, essa foi a última hora em que ela utilizou o telemóvel para fazer alguma coisa. Ou para ver uma mensagem, ou para aceder à internet, ou nem que fosse para ver um vídeo que estivesse ligado à cloud, por exemplo... Depois disso, não voltou a utilizar o telefone, de forma a que ele fosse localizado pelas antenas de telecomunicações", contou o profissional do matutino da SIC, referindo: "O telefone pode ter ficado sem bateria ou pode ter-lhe sido retirada a bateria."

No entanto, "há informações de pessoas próximas" que contrariam a investigação, uma de quarta-feira e outra de quinta-feira. "Pessoas afirmam que telefonaram para esta mulher, que o telefone tocava e que, depois, mais à frente, deixou de tocar outra vez. O que é certo é que, pelas antenas de telecomunicações, esta informação não bate muito certo", esclareceu Luís Maia.

Recorde-se que a atriz Delfina Cruz morreu, em 2015, em França.

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