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Novos dados sobre o desaparecimento da filha de Delfina Cruz: "Equacionada a possibilidade de crime"

A filha de Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral, continua desaparecida e as autoridades colocam em cima da mesa todas as hipóteses, nomeadamente "a possibilidade da intervenção de terceiros".

 A filha de Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral, está desaparecida desde segunda-feira, dia 20. Na mais recente emissão do programa "Casa Feliz", foram divulgados novos pormenores sobre o caso.

"Esta história tem muitas pontas soltas e vamos ver onde é que esta história vai terminar ou de que forma é que esta história vai terminar. Naturalmente, os familiares de Maria Custódia Amaral esperam que, a qualquer momento, ela possa regressar a casa, de saúde, sem julgamentos relativamente àquilo que possa ter acontecido", começou por dizer Luís Maia, em direto da Lourinhã, a área de residência da mulher.

"Para já, todas as linhas de investigação estão abertas. Ou seja, tem que se encarar a possibilidade de um desaparecimento voluntário, como é evidente, mas também está a ser considerada a possibilidade da intervenção de terceiros pelas autoridades. Ou seja, trocando isto por miúdos, está a ser também equacionada a possibilidade de ter havido um crime", clarificou o profissional do matutino da SIC.

Luís Maia salientou ainda outro facto: "As triangulações de localizações celulares nunca dão uma localização exata ao metro, mas sabe-se que o telefone estará numa área de cerca de um quilómetro quadrado, na zona urbana, ou seja, no centro da cidade das Caldas da Rainha", onde está sediada a empresa da qual Maria Custódia Amaral é agente imobiliária.

"Nem ela, nem o telefone e, já agora, nem o carro no qual ela se fazia transportar foram, para já, encontrados", deu ainda conta.

Recorde-se que Delfina Cruz morreu, em 2015, em França.

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