Um novo pormenor aparece no caso do misterioso desaparecimento de Maria Custódia Amaral. A filha de Delfina Cruz foi vista pela última vez, na passada segunda-feira, dia 19, para quando tinha marcada a angariação de um imóvel.
Agora, há um detalhe inédito: um negócio feito pela parente da falecida atriz leva a que se suspeite da teoria de sequestro. "Um familiar de Maria Custódia Amaral disse às autoridades que ela poderia ter um problema com as pessoas a quem ela adquiriu a sua mais recente viatura, viatura que também está desaparecida, porque ainda deveria parte do pagamento relativo a esta viatura a essas pessoas", revelou Luís Maia, no programa da SIC "Casa Feliz".
"Entretanto, foi perguntado ao namorado desta mulher se ela tinha comprado a viatura a essas pessoas que o familiar indicou, mas ele disse que não, que a viatura tinha sido comprada a outra pessoa. Essa outra pessoa foi inquirida e disse que não tinha vendido viatura alguma", continuou.
Assim sendo, rematou Luís Maia, "Ainda não se chegou a uma conclusão relativamente a isso, nem se isso é relevante para a investigação."
Recorde-se que Delfina Cruz morreu, em 2015, em França.
