O principal suspeito de ter matado Maria Custódia Amaral recebeu, esta segunda-feira, dia 2, a medida de coação mais gravosa.
Presente a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Loures, o homem detido pela Polícia Judiciária há 48 horas soube que iria ficar em prisão preventiva, aguardando o julgamento na cadeia.
Recorde-se que o presumível autor do homicídio da filha de Delfina Cruz confessou o crime às autoridades, tendo ainda revelado onde estava localizado o corpo da agente imobiliária. O cadáver foi, entretanto, retirado da Lagoa de Óbidos.
Maria Custódia Amaral, que estava desaparecida desde 19 de janeiro, tinha 54 anos.
