Maria Custódia Amaral está com paradeiro incerto há precisamente uma semana. A filha de Delfina Cruz desapareceu depois de tomar o pequeno-almoço com o namorado, de quem se tinha reaproximado há pouco tempo.
Para o dia em que foi vista pela última vez, a agente imobiliária tinha marcada a angariação de uma casa. O facto de não se ter dirigido à empresa levou a que um colega de trabalho se deslocasse à casa dela, onde estava o companheiro. "Disse que não contactou ninguém porque não tinha saldo no telemóvel", relatou Bruno Caetano, esta segunda-feira, dia 26, em direto da Lourinhã, no programa "Dois às 10".
Entretanto, o caso transitou para a Polícia Judiciária, "que tem feito uma espécie de reconstituição de todos os passos da mulher e que já ouviu este homem". Todas as hipóteses estão em cima da mesa.
"Sabemos que este homem já teve alguns problemas com drogas e que tinha feito as tais ameaças. As pessoas falam num homem completamente ciumento e que dizem que Maria não podia ter contacto com ninguém", afirmou ainda o repórter do matutino da TVI.
Importa ainda referir que a última localização do telemóvel de Maria Custódia Amaral, de 54 anos, aponta para a zona urbana das Caldas da Rainha, mas o aparelho continua sem ser encontrado. Também não se sabe onde está o carro que transportava a filha de Delfina Cruz.
A atriz, recorde-se, morreu, em 2015, em França.
Veja, agora, os vídeos.
