Discreto, observador e profundamente ligado ao universo artístico, Luís Filipe Eusébio revela à SELFIE algumas das referências que o acompanham no dia a dia. Do fascínio pelo Japão às memórias musicais que atravessam gerações, passando pela admiração por figuras marcantes do pensamento português, o ator traça um retrato pessoal feito de sensibilidade, inquietação e gosto pelas experiências genuínas. ESCOLHAS by SELFIE, todas as semanas com a revista VERSA.
Filme/Série/Livro
Filme: "Entroncamento", de Pedro Cabeleira. Série: "Lisbon Noir", de Artur Ribeiro. Livro: Quarto n.º 2 Hotel Portugal, de Tiago R. Santos.
Restaurante
La Porchetta, histórico no Soho. Vou regularmente - em particular, aos domingos. Uma bolonhesa, a música ao vivo do Café Bohème, observar as pessoas a passar... e o tiramisù a fechar o mundo. Autêntico. É um dos meus.
Concerto
Nick Cave, Fontaines D.C., Geese, Bombay Bicycle Club - este ano, ficam no desejo. Mas, em dezembro, estarei com os Bloc Party e os Interpol. Duas bandas que me fazem recordar os meus verões adolescentes.
Lugar
O Japão. Sempre o Japão. Um lugar que ainda não conheço, mas que já me habita de alguma forma.
Inteligência Artificial
Cancelei. Há princípios que não se negoceiam. E aconselho quem puder a fazer o mesmo.
Desporto
Calistenia e Muay-thai. Mas ando muito baldas, confesso.
Personalidade
Agostinho da Silva. Um homem que pensou Portugal com grandeza e viveu com humildade. Raro. Necessário. Eterno.
