Lili Caneças confessa que pressentiu morte de Carlos Castro: "Naquela noite"
O assunto foi comentado no programa "V+ Fama", do V+.
-
Ivan Silva
- 8 mai, 12:54
Lili Caneças confessa que pressentiu a morte de Carlos Castro
Lili Caneças na SELFIE
Entre na festa de aniversário de Lili Caneças!
Aos 81 anos, Lili Caneças arrasa em fato de banho!
Lili Caneças é surpreendida por Julio Iglesias Jr.
Lili Caneças mostra imagens dos estragos na varanda após a tempestade
Durante concerto, Bárbara Bandeira surpreende Lili Caneças: "Uma noite que vou recordar para sempre"
Lili Caneças concedeu uma sincera entrevista à revista Nova Gente, na qual fala sobre a morte de Carlos Castro, assassinado por Renato Seabra em Nova Iorque. "Vais ter um lindo fim", disse a socialite ao amigo, num evento mediático pouco antes do trágico episódio.
O assunto foi comentado no programa "V' Fama", do V+, desta sexta-feira, dia 8. "Aqui, Lili vai mais longe e diz que chegou a pressentir a morte de Carlos Castro", introduziu Adriano Silva Martins.
"Ela sentiu, naquela noite em que estava com eles na Gala da Abraço, no dia 1 de dezembro de 2010. Quem organizava as galas era o Carlos Castro, eu ainda fui a uma ou duas. Ela teve esse pressentimento, porque teve uma conversa com ele. E, como já o disse, o Carlos apresentava o miúdo como namorado, o nome que quiserem dar. O miúdo não dizia nada. O Carlos disse à Lili que o Renato estava apaixonado pelo intelecto dele - nunca achei que o Carlos Castro fosse uma pessoa intelectualmente elevada. A Lili, que é uma mulher com os pés no chão e que o conhecia muito bem, virou-se para ele, agarrou-o e disse-lhe: 'Homem, olha-te ao espelho e tem juízo. Cai na real, porque isto não passa de um filme que vai acabar. Se continuares, não vai acabar bem'. Ela sentiu que aquilo que não iria acabar bem. Compreendo o que ela disse e a perceção que ela teve. Tem toda a lógica", disse António Leal e Silva.
"Aliás, eu reforcei esta conversa ao Carlos. Disse-lhe: 'Carlos, ouve o que a Lili diz'", completou o comentador.
"Ela disse que nessa noite teve um pressentimento tão forte que sentiu necessidade de falar com o Carlos de uma forma mais agressiva, tanto que o agarrou e o encostou contra um vidro", referiu, ainda, Guilherme Castelo Branco.
