Habituada à atenção mediática desde cedo, Katia Aveiro é hoje, com 47 anos, uma mulher mais madura. Em entrevista à SELFIE, a empresária falou sem filtros sobre como, ao longo dos anos, aprendeu a não deixar que os comentários negativos a afetem.
"Dou zero importância. Já vivemos demais para deixar que isso criasse raiz", garantiu, referindo-se às críticas. Para Katia Aveiro, o mais importante é manter o foco nas pessoas certas: "Há mais gente que nos ama do que aquela meia dúzia que nos critica."
Sobre os momentos em que decide pronunciar-se, Katia Aveiro revelou: "Posiciono-me, às vezes, para descargo. Outras vezes é para dar voz a tanta gente que nos ama e que se incomoda mais do que nós mesmos com injustiças. Já ultrapassei essa fase de ficar preocupada com o que falam. Maturidade e vida resolvida."
Para a empresária, muitas vezes, a crítica tem origem na frustração de quem a faz. "Ser figura pública e estar bem na vida incomoda e eu entendo isso da frustração e da crítica em pessoas pequenas…", afirmou, sem rodeios.
Sobre o impacto dessa exposição no seio familiar, especialmente nos filhos, Katia Aveiro sublinhou que o diálogo dentro de casa tem sido fundamental. "Converso muito com eles. Eles alimentam-se do que falamos e construímos em casa. Sempre percebi - e é isso que passo para eles - que o mundo lá fora pode ruir, mas, se formos sempre unidos, se formos aquilo que o passado nos deu e se soubermos de onde viemos, todo o resto não importa."
A proteção da intimidade familiar é, para Katia Aveiro, uma prioridade. "O mundo está caótico, mas, dentro da nossa casa, só entra o que permitirmos que entre. E eu jamais deixarei isso interferir com a nossa raiz."
Quando questionada sobre se, por vezes, o público se esquece de que, por detrás da fama, há pessoas reais, Katia Aveiro foi perentória: "Não acho que seja isso. Acho que as pessoas estão infelizes e frustradas, porque elas não cresceram, ou algo do tipo, e descarregam frustrações por detrás de teclados."
Para Katia Aveiro, tudo tem mais a ver com quem critica do que com quem é criticado: "É tudo sobre elas e não sobre nós… Entendi que pessoas felizes não importunam a vida dos outros. Só mentes vazias e tristes fazem isso. E o sentimento que desenvolvi a esse respeito foi de dar o perdão e a pena."
"Eu, estando bem, sendo séria e honesta, e sabendo quem sou, não poderei incomodar-me com a doença da sociedade… Refiro-me aos fiscais de Internet e Média que vivem assim infelizes a troco de nada", concluiu.
