Joana Diniz esteve à conversa com Cristina Ferreira, no programa "Dois às 10", da TVI, que foi para o ar na passada segunda-feira, dia 17, e, a certa altura, falou sobre o divórcio de Flávio Miguel, com quem esteve casada apenas alguns meses, e como isso a afetou nos últimos tempos.
"Fechei-me numa bolha de medo, de pânico, de angústia, de agonia. Perdi a autoconfiança, perdi o amor-próprio. Só que, no meio de uma bolha tão negativa, tão má, eu estava sempre a rir. Então, ninguém percebia as minhas fragilidades. Só a Sónia [Jesus]. Nem à minha mãe eu queria mostrar", começou por dizer a terceira classificada do "Secret Story - Desafio Final".
"O que mexia comigo foi o ter falhado [na construção de uma família]. Pensava: 'O que é que eu tenho, que não dá certo?'. Questionei-me. Ou melhor, pensava: 'O que é que eu não tenho? O que é que eu fiz? O que é que eu não faço?'. Cheguei à conclusão que sou incrível. Essa volta dá-se ali dentro. Eu entrei ali a tremer dos pés à cabeça, em pânico. Na primeira semana só pensava: 'O que é que eu estou aqui a fazer? Não estou aqui a fazer nada'. Tinha medo de me dar a conhecer, não conseguia brincar, tinha medo de rir. Entretanto, entra o João Ricardo e dá-me ali o clique que eu precisava", continuou.
"Nunca houve interesse. Senti uma conexão com o João Ricardo, como a que tenho com a Sónia. Do género: 'Estou aqui para te ajudar. Vai! Voa'", esclareceu Joana Diniz.
Entretanto, a ribatejana emocionou-se ao recordar todo o amor que recebeu do público. "Deixa-me agradecer a todas as pessoas que me apoiaram. É bom receber amor e eu estava a precisar disto. É muito bom", frisou.
Por fim, a mãe da pequena Valentina, de cinco anos, falou sobre o, agora, ex-marido. "Eu acho que o problema é toda a culpa que nós colocamos em nós. Quando as coisas terminam, a culpa não é só de um, é sempre dos dois. E acho que, nós mulheres – ainda para mais quando somos mães solteiras –, metemos um peso acrescido em nós mesmas: o querer que dê certo, mesmo que se perceba que está a dar errado. Mas vamos tentar porque isto vai dar certo. Depois não dá, depois termina, depois são as questões, depois são as frustrações e tudo o que leio na Internet, que é mau", desabafou.
"O pai da Valentina, graças a Deus... tenho que lhe agradecer publicamente. Foi incrível comigo e com a Valentina. Portanto, tenho de lhe dizer obrigada, pelo carinho e respeito que teve comigo. Não vale a pena haver guerras, nem chatices. Aquilo que eu desejo para todas as pessoas que ficaram em 2024 e antes é que eu nunca precise delas e que a eles nunca lhes falte nada. Desejo-lhes tudo do bom e do melhor", rematou.
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