CARNEIRO - Rei de Copas
O verdadeiro poder não é dominar os outros, mas dominar-se a si mesmo. – Sócrates - o filósofo, como é evidente.
O Rei de Copas surge como a imagem do governante que sabe que a sua maior fortaleza não está nos músculos nem no grito, mas na serenidade com que conduz a própria força interior.
Ora, para Carneiro, um signo de fogo que vive, tipicamente, do impulso e da chama, esta lâmina chega como um convite a cultivar a maturidade emocional. Não se trata de apagar a paixão, mas de lhe dar forma, como quem guia um rio com margens firmes para que a água não transborde. O Rei de Copas pede-lhe que seja soberana/o com coração, não escrava/o das ondas que nele se levantam.
Vivemos tempos em que o coletivo ainda digere perdas recentes e incertezas. Portugal chora as feridas do verão e tenta reencontrar um eixo depois de tragédias que nos abalaram. O Rei de Copas, nesta leitura, simboliza a figura de liderança sábia que não cede ao pânico. Ele lembra-nos que, em momentos de dor, a maior ajuda não vem do excesso de ação, mas da calma firme, que cria segurança em quem nos rodeia.
Esta semana, a sua presença pode ser âncora para outros e não precisa de grandes discursos, basta manter-se serena/o e disponível.
Diz-se numa parábola zen que um discípulo perguntou ao mestre: "Como posso atravessar o rio se as águas estão turbulentas?" O mestre respondeu: "Não atravesses ainda. Senta-te e observa." O discípulo, impaciente, protestou: "Mas as águas não vão acalmar!" O mestre sorriu: "Vão sim. A corrente leva o excesso, a terra assenta no fundo, e quando deixas de agitar, a água encontra sozinha o caminho da clareza."
Assim é o Rei de Copas: ele não luta contra a tempestade nem exige que tudo se resolva já. Ele sabe que, se houver calma, a visão regressa naturalmente.
Esta semana, seja o capitão que atravessa o mar com firmeza no olhar e ternura na voz.
Afirmação: Eu governo as minhas emoções com sabedoria e ofereço serenidade ao mundo à minha volta.
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TOURO - A Imperatriz
A verdadeira abundância nasce quando compreendemos que somos fonte e não apenas recipientes. – Deepak Chopra
A Imperatriz surge como a encarnação da criatividade fértil, da nutrição e da capacidade de gerar vida em todas as suas formas.
Para os filhos da Vénus, esta lâmina é quase um abraço maternal que a/o lembra de cultivar a beleza das coisas simples. Mais do que colher frutos, esta energia pede que os plante: ideias, gestos, relações, até silêncios que se tornarão confortáveis. Tudo em si é um campo disponível para florescer. Está pronta/o para confiar nessa abundância interior?
Em tempos de cicatrizes coletivas, quando parece faltar chão sob os pés, a Imperatriz surge como lembrança de que a vida insiste em brotar, mesmo depois da cinza. Portugal atravessa feridas, sim, mas a Terra continua a regenerar-se, e nós também podemos fazê-lo - é uma escolha nossa. A Natureza escolhe sempre, sempre regenerar-se. Já reparou? E nós?
Esta lâmina lembra que a abundância não é luxo: é um direito natural, mas requer cuidado e paciência. É hora de cuidar da sua energia, do corpo e da mente, porque só assim poderá cuidar verdadeiramente dos outros.
Conta-se que um mestre zen mostrou um jardim a um discípulo. As flores estavam deslumbrantes, mas ainda havia folhas secas espalhadas. O discípulo estranhou, e o mestre disse: "A perfeição é estéril; é no detalhe imperfeito que a vida respira." Assim é a Imperatriz: pede-lhe que aceite a imperfeição fértil e se entregue ao processo, em vez de esperar resultados imediatos.
Afirmação: Eu reconheço a abundância em mim e escolho nutrir a vida com beleza, amor e confiança.
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GÉMEOS - O Diabo
A prisão mais forte não tem grades: é a que construímos dentro da nossa própria mente. – Jay Shetty
O Diabo é aquela lâmina que incomoda, porque mostra as correntes mentais invisíveis que aceitamos sem sequer questionar. Para os geminianos de mentes rápidas e criativas, esta lâmina é um alerta: cuidado com as distrações que parecem vir libertar, porém, são ou podem ser ser potenciais armadilhas. Pode ser uma dependência emocional, uma crença repetida vezes sem conta ou até a mania de querer controlar tudo. No fundo, o Arcano XV pede-lhe que olhe para onde está a ceder o seu poder, para o melhor ou nem por isso? Para o que a/o ilumina e engrandece? Na dúvida, sabe perfeitamente que a escolha é a Luz.
Portugal atravessa dias de luto e de reflexão coletiva, e esta lâmina traz uma mensagem clara: muitos desastres, externos ou internos, nascem da ilusão de que podemos ignorar sinais ou adiar decisões. O Diabo mostra como, quando fechamos os olhos por conveniência, acabamos presos em consequências dolorosas. No entanto, não é aviso de desespero, é convite a rasgar a cortina da ilusão. Onde está a escolher o “atalho fácil” em vez do caminho verdadeiro?
Há uma parábola zen que diz que um discípulo estava preso com uma corda ao poste e lutava furiosamente para se libertar. O mestre aproximou-se e disse: "A corda nunca esteve atada, só estava pousada." O discípulo respirou fundo, empurrou-a e ficou livre.
O Diabo é exatamente isto: o convite a ver que muitas das suas prisões são escolhas, não sentenças.
Afirmação: Eu reconheço as correntes da ilusão e escolho viver livre, consciente e autêntica/o.
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CARANGUEJO - 9 de Paus
Muitos pensadores e filósofos o disseram, e Brené Brown relembra-nos desta verdade universal: A coragem não é ausência de medo, é a decisão de continuar apesar dele."
O 9 de Paus mostra aquela energia de quem já levou alguns tombos mas continua de pé, firme, mesmo que cansada/o. Para si, filha/o da Lua, este arcano pede resiliência: talvez sinta que a vida lhe tem testado em demasia, que a cada vitória surge logo um novo desafio. E, no entanto, aqui está, mais forte do que julga. Esta lâmina não nega o cansaço, mas lembra-lhe que ainda há recursos internos que ainda não explorou mas que deve fazê-lo para dar os próximos passos.
Nestas últimas semanas pesadas para todos nós, depois das perdas coletivas, o 9 de Paus surge como símbolo da resistência da alma lusitana: caímos, mas levantamo-nos.
Talvez no seu mundo pessoal também seja assim, por vezes parece que não aguenta mais, mas descobre sempre um fio de força escondido. É essa fibra invisível que o Tarot lhe pede que honre esta semana.
Conta-se que um mestre zen dizia: “A última chave do molho é sempre a que abre a porta.” É exatamente esse o convite: não desista antes da hora. O esforço já feito não foi em vão, a vida está prestes a recompensar-lhe a persistência.
Afirmação: Eu honro a minha resiliência e confio que cada desafio é apenas mais uma prova da minha força interior.
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LEÃO - 4 de Paus
A alegria não é a ausência de problemas, é a presença de propósito. – Simon Sinek
O 4 de Paus é a lâmina da celebração, mas não daquela que acontece por acaso: é o brinde que chega depois de muito esforço, da construção paciente que finalmente dá frutos. Para aqueles que tantas vezes querem a glória imediata, esta lâmina lembra que o verdadeiro triunfo não se mede pelo fogo-de-artifício, mas pela solidez do que se ergueu. É uma pausa feliz no meio do caminho, quando olhamos em volta e percebemos que afinal já temos vários motivos para sorrir. Quantas vezes fica tão focada/o na próxima conquista que se esquece de comemorar a vitória que tem nas mãos? Muitas, não é?
Portugal vive uma fase de luto coletivo e de reconstrução, mas também aqui este arcano nos fala de um chão seguro, de pilares que resistem. Depois da tempestade, vem a oportunidade de celebrar as pequenas e grandes vitórias: o gesto solidário que aproxima vizinhos, a comunidade que se ergue em conjunto.
O 4 de Paus ensina que, mesmo em tempos difíceis, há sempre espaço para a gratidão e para o riso partilhado. Lembra-nos também que sozinhos jamais seremos plenos. O nosso destino é contribuirmos para o colectivo, seja com o que for. Temos de deixar o mundo melhor do que quando cá entrámos. Eis o desafio.
Afirmação: Eu celebro cada conquista com gratidão e encontro alegria no caminho, não apenas no destino.
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VIRGEM - 4 de Ouros
"A segurança não está no que possuímos, mas no que somos capazes de largar." – Deepak Chopra
Nós, virginianos, sabemos bem o que é gostar de controlo. O 4 de Ouros fala disso mesmo: do medo de perder, da necessidade de segurar firme o que conquistámos, como se tudo pudesse escapar de repente. Mas a lâmina também lembra o risco de viver agarrada/o: quando seguramos demais, não deixamos espaço para o novo entrar. Quantas vezes já nos vimos a querer garantir cada detalhe, cada passo, e acabámos exaustos, presos no nosso próprio aperto? Pois é, a lição aqui é: soltar não é perder, é abrir espaço.
Depois de um verão difícil no nosso país, com perdas que ninguém imaginava, esta lâmina ganha ainda mais eco. O apego à segurança pode parecer natural em tempos de incerteza, mas se ficarmos fechados no “cafofo” interior, nunca avançamos. O 4 de Ouros pede-nos coragem para confiar: nem tudo pode ser controlado, e ainda bem. Há beleza no inesperado, e há força e fé em largar as rédeas.
Conta-se numa parábola budista que um discípulo caminhava com pedras pesadas numa mochila. O mestre perguntou-lhe porquê. Ele respondeu: “Não quero perder nada do que é meu.” O mestre sorriu e disse: “E o ar fresco, a leveza, não são teus também? Porque não carregas isso?” Talvez esteja na hora de trocarmos o peso pela leveza.
Afirmação: Nós libertamo-nos do excesso de controlo e confiamos que a vida também sabe guiar o caminho.
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BALANÇA - 4 de Copas
A gratidão transforma o que temos em suficiente. – Oprah Winfrey
O 4 de Copas traz aquela cena tão conhecida: temos algo à frente, mas estamos tão distraídos pelo que falta que nem vemos o que já está nas mãos. Esta semana, o desafio é simples e difícil ao mesmo tempo: olhar para o que existe com olhos novos… ou, xaram, abertos. É fácil cair na armadilha de suspirar pelo que não aconteceu, pelas promessas que ficaram por cumprir, mas esta lâmina lembra que a insatisfação constante rouba-nos a alegria do presente.
Num tempo em que o país ainda lambe as feridas de perdas coletivas, este arcano convida à reflexão: será que conseguimos valorizar o que resiste, mesmo no meio do sofrimento? O 4 de Copas não nos pede para negar a tristeza, mas para não deixarmos que ela apague a beleza que ainda existe. É um chamamento à gratidão ativa, à escolha consciente de reparar no copo meio cheio.
No Amorzinho, claramente as coisas precisam de mexer. Estão paradinhas, vá, diria até, paradíssimas. Cheira a mofo, não cheira? O que fazer? Usar a criatividade para criar janelas, portas, portais, portões… Aberturas para o novo e inesperado.
Afirmação: Eu escolho ver e valorizar as bênçãos que já tenho, cultivando gratidão em vez de apatia.
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ESCORPIÃO - A Grande Sacerdotisa
A intuição é a voz da alma a sussurrar antes que a mente grite. – Caroline Myss
A Grande Sacerdotisa é o arquétipo do mistério, da sabedoria silenciosa que observa antes de agir. Para Escorpião, signo de águas profundas e quentinhas, esta energia é quase natural, mas também algo perigosa, porque pode levar ao excesso de passividade ou ao isolamento.
Esta semana, a lâmina pede silêncio, introspecção, mas não fuga. Não se isole. É tempo de ouvir o que o inconsciente anda a dizer há meses, aquelas verdades que já sabe mas insiste em ignorar. Saia e ouça pessoas interessantes. Confraternize. Conheças novas pessoas, realidades, actividades. Abra os braços à Vida,
Esta lâmina lembra que o coletivo também precisa de pausa e reflexão. Nem sempre as respostas vêm da ação imediata; às vezes, essas respostas vêm da coragem de calar e escutar e esperar. O desafio é não confundir silêncio com omissão: a Sacerdotisa observa para compreender, não para se esconder. O que está por detrás do véu da sua vida? Que segredos pessoais precisam ser trazidos à luz? E os talentos?
Diz um conto zen que um discípulo insistia em perguntar ao mestre: “Qual é a resposta?” O mestre sorria e respondia: “Silêncio.” O discípulo irritava-se, até que um dia percebeu que a resposta estava no que sentia ao calar-se. A Grande Sacerdotisa é isso mesmo: não traz soluções prontas, mas abre espaço para que as respostas brotem de dentro.
Afirmação: Eu confio na minha intuição e permito que o silêncio revele as respostas que a mente não alcança.
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SAGITÁRIO - Rainha de Paus
A confiança não vem de sempre acertar, vem de não ter medo de errar. – Brené Brown
A Rainha de Paus é aquela que entra e não pede desculpa pelo brilho. Ela não é luzinha LED que se acende e apaga, é tocha olímpica: dá nas vistas, aquece e inspira. E diga-se de passagem, Sagitário, que isto até lhe assenta como uma luva. Mas atenção: às vezes confunde chama com faísca. Brilhar por um instante qualquer um consegue, mas sustentar o fogo é para quem sabe o que está a fazer. Esta semana o desafio é esse: deixar de ser espetáculo de fogo-de-artifício e assumir-se como lareira acesa, hipnotizante, constante e segura.
No meio das tragédias que ainda ecoam pelo país, esta lâmina lembra-lhe que confiança também pode ser bálsamo - confiança no futuro. A sua alegria genuína, a sua capacidade de animar e motivar, é mais necessária do que nunca. Só que não se trata de distrair os outros da dor, trata-se de trazer energia para que enfrentem juntos a noite fria que atravessamos. Quando foi a última vez que percebeu que a sua presença já era cura, sem dizer nada? Pois é. :)
Há uma parábola zen que diz: “Um mestre acendeu uma vela em silêncio e toda a sala se iluminou.” Não deu nenhum sermão, não fez nada, só ficou ali inteiro. Eis o convite: seja luz, sem pressa e sem medo de ser demasiado.
Afirmação: Eu irradio calor, não apenas brilho, e ofereço presença que sustenta em vez de apagar.
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CAPRICÓRNIO - O Mago
A vida não responde ao que pedimos, mas ao que acreditamos ser possível. – Tony Robbins
O Mago entra em cena e põe logo Capricórnio a coçar a mona - leia-se tola. Porque sim, nós sabemos, disciplina e planeamento são o seu forte, no entanto, esta lâmina pede improviso, pede ousadia, pede aquela faísca criativa que não dá para ensaiar. Oh yeh! Vamos embora!
Já reparou que muitas vezes fica parada/o porque ainda não desenhou o mapa inteiro? Que se lixe o mapa! (Se os miúdos podem dizer ‘fixe’ eu também posso dizer ‘lixe’) Avante, rebeldia da boa!
O Mago está aqui para dizer: já tem as ferramentas todas, falta é mexer-se. Ora ouça: I like to move it, move it, I like to move it, move it, Ya like to (move it!) (Sim, ouça a música na sua mente e fique com ela. Vai ficar o dia todo, não vai? Eu sei, sou tão ruim!)
Bom, mas atenção: o Mago é também mestre dos truques. Manipula energia como quem baralha lâminas - viu, as lâminas? Pára, Vera!
E aí está o alerta: vai usar este poder para criar ou para controlar? Porque uma coisa é alquimia, outra coisa é ilusão. E sabemos que Capricórnio adora ter a rédea curta - quem nunca?
Esta semana o convite é misturar disciplina com risco, organização com magia. Em vez de querer garantir tudo, experimente confiar no processo.
Conta um mestre zen que um discípulo pediu para ver um milagre. O mestre levantou-se e respondeu: “O milagre é eu estar vivo.” A magia não vem de fora, já está aqui, dentro. Quer chamar-lhe centelha divina? Eu gosto.
Eis o truque do Mago: mostrar-lhe a quem ainda não viu que o coelho já está e sempre esteve no seu chapéu.
Afirmação: Eu confio no poder criador que já habita em mim e uso-o com coragem e clareza.
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AQUÁRIO - Rainha de Paus
A originalidade não é ser diferente, é ser autêntico o suficiente para não precisar copiar. – Simon Sinek
Distraído Aquáriano, esta Rainha de Paus é para si uma provocação doce: chega de esconder-se atrás da desculpa do “um dia mostro o que valho!” ou “não vale a pena, ninguém vai entender”. A sua excentricidade não é defeito, é presente! É lindo! Só que não adianta andar de caderno cheio de ideias geniais se nenhuma sai do dito cujo, certo?
Esta semana, a Rainha pede-lhe que acenda a chama e se mostre sem pedir desculpa. Sim, chegue-se à frente.
E aqui vai o ralhete carinhoso: ser original na teoria é fácil, difícil é mostrar-se ao vivo. A Rainha ígnea não faz brainstorm, ela faz acontecer. Que tal escolher uma ideia e pô-la no mundo? Sim, uma de cada vez! :) Não tem de ser perfeita, tem de ser sua. Porque se continuar à espera do momento ideal, a chama apaga-se sem nunca ter iluminado ninguém.
Diz um conto zen que um mestre perguntou a um discípulo: “De que serve uma vela guardada se nunca a acendes?” É isso. Não guarde a vela, acenda-a.
Afirmação: Eu abraço a minha autenticidade e deixo que a minha chama ilumine, sem medo e sem desculpas.
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PEIXES - A Justiça
A verdade pode ser dura, mas é sempre libertadora. – Caroline Myss
Peixinho, eu sei: A Justiça não é a lâmina que mais gosta de ver. Pode ser dura, é direta, não dá espaço para escapismos poéticos nem desculpas melodramáticas. Mas há aqui ternura escondida: porque se lhe pede verdade, é porque acredita que já tem força para a sustentar. Esta lâmina não chega para castigar, chega para libertar.
Quantas vezes arrastou conversas que sabia que tinha de ter? Quantos “amanhã resolvo” já somou? Pois é, a Justiça é o relógio que bate à hora certa e diz: é agora. É desconfortável, mas o alívio que vem depois não tem preço. E convenhamos: ninguém aguenta viver eternamente em suspenso, presa/o em meias-verdades. A clareza, mesmo que doa no início, cura a longo prazo.
Um discípulo perguntou a um mestre: “E se a verdade magoar?” O mestre respondeu: “Já estava a magoar, só que ainda não vias.” Eis o convite: pare de adiar, encare. A dor estéril transforma-se em leveza fértil quando a verdade ocupa o lugar que lhe pertence.
Afirmação: Eu escolho a verdade que cura e deixo para trás o peso das ilusões que me prendiam.
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