Diogo Reffóios Cunha: "Estou muito deprimido, isolado em casa, sem dinheiro, sem trabalho. Devo ter uns 50 euros na conta"
A SELFIE desafiou Diogo Reffóios Cunha a responder à pergunta "Como é que te sentes hoje?" e o testemunho do ex-concorrente do "Big Brother" é avassalador.
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Cátia Soares
- 22 dez 2024, 17:19
"Diogo Reffóios Cunha, como é que te sentes hoje?" - Neste Natal, oferece uma pergunta sincera a alguém
Num testemunho surpreendentemente sincero partilhado em exclusivo com a SELFIE, Diogo Reffóios Cunha mostra que a fama nem sempre é sinónimo de estabilidade financeira ou emocional e partilha que está numa situação de depressão e isolamento.
"Estou muito deprimido, triste e com muito pouco dinheiro para sobreviver. Portanto, respondendo ao desafio que a SELFIE me lançou, com a maior das honestidades: como é que eu me sinto hoje? Até me sinto bem, está sol, estou aqui ao pé da praia a passear para desanuviar um pouco. Mas as últimas semanas têm sido muito difíceis", começou por contar Diogo Reffóios Cunha, que ficou conhecido pela participação no "Big Brother 2020", tendo, na altura, conquistado o segundo lugar e uma legião de fãs.
Num relato surpreendentemente sincero sobre as dificuldades financeiras e emocionais que tem enfrentado nos últimos tempos, o ex-concorrente do reality show da TVI não esconde as suas vulnerabilidades e revela o impacto que a falta de trabalho e de rendimentos está a ter na sua vida pessoal: "Tenho estado em casa, isolado, sem dinheiro. Estou sem trabalho. Devo ter uns 50 euros na minha conta."
Afastado dos holofotes e sem qualquer fonte de rendimento estável, Diogo Reffóios Cunha admite também que está dependente da ajuda da família para passar o Natal. "Conto com a família para passar a Consoada, mas não há presentes de Natal para ninguém este ano", lamenta.
Apesar das adversidades, destaca o apoio que tem recebido da comunidade onde vive. "Os meus vizinhos têm sido incríveis, têm-me ajudado com comida", partilha, mostrando o poder do vinculo humano e da solidariedade em momentos de adversidade.
No entanto, a pressão para manter as aparências, especialmente enquanto figura pública, continua a ser um peso constante: "Ser famoso pobre e andar pela rua a tirar uma selfie, a fingir que sorrio e a dizer que está tudo bem quando, afinal, não está nada bem... é muito complicado."
A solidão e a tristeza são sentimentos que marcam esta fase da vida de Diogo Reffóios Cunha, agravados pela incerteza sobre o futuro: "Estou triste, isolo-me em casa, não saio de casa, não tenho trabalho, estou à procura de fazer algum dinheiro para sobreviver. Tem sido muito complicado."
O testemunho levanta questões sobre a fragilidade da vida pública e as pressões enfrentadas por aqueles que, apesar da notoriedade, não estão imunes às dificuldades e aos problemas.
