O valor da vida.
O "nosso querido" Diogo Jota (penso que poderei tratá-lo assim, com a V. aprovação) faria hoje 29 anos.
Prefiro dizer "faz hoje 29 anos".
Porque acredito que está presente nos nossos corações.
Pela pessoa que era.
Pela simplicidade.
Pela postura de um jovem que, sendo "estrela", pelo que atingiu, nunca se portou como tal, na sua discrição, mesmo perante o tributo personalizado que a "tribo" do Liverpool lhe dispensou.
Diogo Jota está presente entre nós, até pela forma trágica como nos deixou - o que não deixa de encerrar uma lição -, mas hoje é dia de o lembrar.
Ele hoje também não se esquecerá da sua Rute e dos seus meninos, e dos seus queridos pais; não se esquecerá, ao lado do seu irmão, de todos aqueles que o ajudaram a celebrar a vida, enquanto ela se manteve intacta.
Sim, celebrar a vida.
Porque é isso que mais importa, entre aqueles que se esquecem do essencial enquanto permanecem na vida terrena.
Exatamente: celebrar a vida. Enquanto cá estamos, o importante são os que se lembram de nós.
Daqueles que não se coíbem de demonstrar apreço e reconhecimento.
Daqueles que são capazes de mostrar afeto, apesar das incidências que em momentos específicos nos causam desconforto ou quase indiferença.
Sobretudo dos mais novos para os mais velhos, mas também com apreço daqueles que são mais jovens e devem merecer o apoio daqueles que, na medida certa, os mais velhos devem complementar, exatamente para celebrar a vida.
Chorar na hora da partida? Cinco minutos, uma semana, duas semanas, para depois tudo voltar à importância das questões materiais?
Lembrem-se do Diogo Jota e celebrem a vida!
É essa que conta e não façam de conta!
Ajam!
Deem e espalhem amor - e não apenas no Natal - sem pensar em contrapartidas!
