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Dilema: "O meu ex voltou a procurar-me na semana em que fiquei noiva. Respondo-lhe ou corto qualquer contacto?"

Fiquei noiva no sábado, numa surpresa linda, com o homem que qualquer pessoa diria que é perfeito para mim. Na segunda-feira… o meu ex enviou-me mensagem.

  • 8 dez 2025, 17:13 Redação SELFIE com IA
Casal
Casal

A semana em que fiquei noiva devia ter sido só felicidade, celebração, aquela sensação de que o futuro finalmente se organiza diante de nós.

O pedido foi perfeito: íntimo, carinhoso, pensado com uma ternura que me tocou profundamente.

Eu olhei para o meu noivo e senti que estava a escolher alguém que me ama de forma tranquila, segura, madura. Alguém com quem posso construir uma vida.

Mas dois dias depois, recebi uma mensagem que me fez estremecer.

Era o meu ex: "Onde estás? Sonhei contigo. Podemos falar?"

E só isso bastou para fazer o meu coração dar um salto idiota.

O universo tem um sentido de humor muito cruel e tem formas estranhas de testar a nossa estabilidade emocional.

Ver o nome dele ali, depois de meses ou, talvez anos, sem qualquer contacto, desenterrou memórias que eu julgava adormecidas.

Com ele, tudo era excessivo: amor, ciúme, paixão, discussões, reconciliações.

Vivíamos como um incêndio permanente. E embora eu tenha sofrido muito, também é verdade que nunca senti nada tão intenso como aquilo.

O pior é que basta ele aparecer para que uma parte de mim desperte. Uma parte que eu achava morta e enterrada.

Passei dias a olhar para aquela mensagem sem saber o que fazer. Apagar? Bloquear? Ignorar?

Ou responder, como uma idiota, só para saber o que ele quer, só para ouvir mais uma vez aquela voz que tanto me marcou?

Sinto-me horrível por admitir isto, mas parte de mim quer saber o que ele tem para dizer.

Não porque queira traí-lo. O meu noivo não merece isso. Mas porque algo dentro de mim ainda procura uma espécie de fecho, ou talvez uma validação que nunca recebi.

Se eu responder, abro uma porta perigosa. Se não responder, fico com esta dúvida a viver no fundo do peito. Se bloquear, vou sempre ficar a pensar no "e se".

E é essa dúvida que mais me assusta.

 

Os dilemas apresentados nesta rubrica são ficcionais, ainda que baseados em histórias reais. Os textos são elaborados com recurso a Inteligência Artificial.

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