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Cristiano Ronaldo realizou sonho de futebolista que morreu aos 7 anos: "O Didi só queria estar com o ídolo"

Eduardo, atleta do Clube de Futebol Oliveira do Douro, morreu aos sete anos, mas viu um dos seus sonhos realizados por Cristiano Ronaldo.

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Foi no Facebook que o Clube de Futebol Oliveira do Douro emitiu uma nota de pesar a propósito do falecimento de um atleta de apenas sete anos: "É com profunda tristeza e enorme consternação que o Clube de Futebol Oliveira do Douro recebeu a notícia do falecimento do nosso querido Didi, jovem atleta que ficará para sempre na memória e no coração de todos nós."

De acordo com a CNN Portugal, Didi morreu após uma batalha contra um cancro, na passada sexta-feira, dia 31.

A morte do jovem futebolista gerou uma onda de consternação e o escritor Pedro Chagas Freitas dedicou uma publicação a Didi, fazendo uma revelação: "Escrevi e apaguei este texto 1000 vezes. Queria que esta homenagem fosse a mais bonita de sempre, porque o Diogo foi uma das crianças mais corajosas de sempre."

"Somos minúsculos ao pé de pessoas assim. O Diogo, o Didi, só queria estar com o ídolo", começou por escrever Pedro Chagas Freitas na legenda de uma fotografia que mostra o momento em que o pequeno Diogo realizou o sonho de conhecer Cristiano Ronaldo.

De seguida, Pedro Chagas Freitas assinalou: "Há uns meses, escrevi sobre isso, a Make a Wish fez acontecer. Ronaldo foi a pessoa gigante que é. Este momento ficou eternizado. O Didi deixou a vida no dia do seu aniversário. Fez sete anos e despediu-se. Foi o exemplo de uma coragem que só quem vive o que ele viveu sabe o que significa; mostrou, todos os dias, que os nossos problemas, que insistimos em ver nas nossas vidas, são quase sempre umas pequenas migalhas perante o que realmente nos bloqueia o caminho. O dele terminou estupidamente cedo."

"Somos todos tão cobardes ao pé de ti, Didi. Continua, onde quer que estejas, a marcar os golos que te faziam saltar. É isso o que uma criança tem de fazer: saltar, brincar. Boas brincadeiras por aí, querido menino", rematou o escritor.

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