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Crime chocante no Algarve: mulher foge da prisão, mata mãe... e esconde corpo em canteiro!

Depois de cometer os crimes, mulher mudou de visual para fugir às autoridades.

Polícia Judiciária detém cinco violadores num só dia. Vítimas são todas mulheres e jovens
Polícia Judiciária detém cinco violadores num só dia. Vítimas são todas mulheres e jovens

Um crime violento está a chocar o país. Uma mulher de 40 anos foi detida pela Polícia Judiciária (PJ), esta quarta-feira, dia 15, em Olhão, por estar fortemente indiciada da morte da própria mãe, de 58 anos. O corpo da vítima foi encontrado escondido num canteiro da varanda da habitação onde ambas viviam.

De acordo com a PJ, a vítima apresentava "evidentes sinais de morte violenta", tendo o homicídio sido cometido na passada segunda-feira. O alerta para o desaparecimento foi dado por uma pessoa próxima da vítima.

Em comunicado, a Polícia Judiciária explica: "Na sequência da investigação que se iniciou com a notícia do desaparecimento, efetuada por uma pessoa que conhecia a vítima, foi possível recolher suporte probatório sólido, identificar a filha como autora dos factos e localizá-la, em Olhão, apesar da alteração fisionómica que efetuou, visando preparar-se para abandonar a região."

Segundo as autoridades, a suspeita tentou dificultar a sua identificação, alterando a aparência antes de ser localizada e detida. A investigação permitiu, no entanto, encontrá-la ainda em Olhão, quando alegadamente se preparava para abandonar a região.

A PJ revela ainda que a vítima vivia sozinha, mas que, nos últimos tempos, a filha tinha regressado à casa da mãe. As diligências efetuadas apontam para uma relação marcada por conflitos frequentes, sendo conhecido, no meio social de ambas, um ambiente de tensão e discussões constantes.

A mulher detida possui antecedentes criminais e encontrava-se evadida de um estabelecimento prisional desde janeiro de 2024, onde cumpria pena pelo crime de violência doméstica. Após uma saída precária, não regressou à prisão.

A suspeita será agora presente a primeiro interrogatório judicial para conhecer as medidas de coação a aplicar. O inquérito está a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Faro.

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