Cláudio Ramos reage a novidade: "Agora, o domingo tem ainda menos graça"
Através do Instagram, o apresentador Cláudio Ramos não se mostrou indiferente a uma novidade.
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Igor Pires
- 23 mar, 11:00
Cláudio Ramos reflete: "Achei-os sempre um dia triste, vazio e traiçoeiro"
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Na passado domingo, dia 22, Cláudio Ramos recorreu ao Instagram para deixar uma reflexão sobre esse dia da semana.
"Tenho de cortar o cabelo. Nunca gostei de domingos. Achei-os sempre um dia triste, vazio e traiçoeiro. Engana com a ideia de que não há nada para fazer e que se pode aproveitar ao máximo. Mentira! Há uma semana inteira pela frente e na véspera é que houve um dia sem nada para fazer. Domingo é triste porque fica entalado entre a esperança e a expectativa. Pode ser só uma coisa da minha cabeça, mas é o que eu acho. Por falar em cabeça, tenho de cortar o cabelo", começou por referir o apresentador, de 53 anos, na legenda de uma série de imagens que regista como o próprio aproveitou este domingo.
De seguida, Cláudio Ramos assinalou: "Aos domingos como sempre gelado, que também como sábado e sendo o mesmo sabor, o de sábado sabe melhor. Antes de chegar domingo, aconteceu a semana toda. Foram cinco dias encostado a uma parede, sem grande variação. Só encostado. De vez em quando sabe bem apenas estar! Quando me vejo ao espelho percebo que tenho de cortar o cabelo e chego à conclusão que, por muito que me esforce em treinos, caminhadas e corridas já não sou um puto, por isso preciso cortar o cabelo."
"A semana tem cinco dias úteis. Um dia de descanso e um dia inútil. É o que eu acho. Entristece-me o domingo. Não saberia explicar a razão, como não se explica a forma de amar de cada um. Pillion é um filme que inquieta mas desperta e mostra que há quem definitivamente não queira amar, tenha medo, se recuse e resolva fugir. O meu cabelo está a inquietar-me. Tenho de o cortar", afirmou ainda.
Cláudio Ramos ainda reagiu a uma novidade: "Na Vila aos domingos, ia sempre comer torradas e beber um abatanado no café da Fernanda. O café fechou e agora o domingo tem ainda menos graça. Na minha Vila há missa todos os dias, mas a de domingo é mais concorrida. Vai tudo pedir a Nossa Senhora, depois Ela que se arranje com os pedidos a semana toda. Aos domingos, dizem, é quando se tem mais saudade. Tenho que cortar o cabelo, tenho saudades de o ver rapado."
Veja, agora, as imagens partilhadas por Cláudio Ramos na galeria de fotografias que preparámos para si.
