Uma jovem portuguesa de 22 anos morreu cinco dias após se submeter a uma cirurgia plástica numa clínica na Turquia que conheceu através das redes sociais.
O caso está a ser investigado há dois anos e continua sem julgamento, noticia o jornal Sol.
Segundo a mesma fonte, que cita o jornal turco Haberler, a vítima, Aida Alexandre Oliveira, que vivia na Suíça, viajou para Istambul a 1 de março de 2024 para realizar uma cirurgia estética, depois de ter adquirido um pacote que incluía a operação, as passagens aéreas e uma semana de estadia num hotel em Istambul.
No próprio dia da chegada, dirigiu-se à clínica e foi submetida a uma lipoaspiração com injeção de gordura nos quadris. Após a intervenção, Aida terá ido para o hotel e, cinco dias depois, sentiu-se mal e voltou ao hospital privado, onde viria a ser observada pelo mesmo médico que realizou a cirurgia.
Aida Oliveira acabaria por morrer a 7 de março e a autópsia concluiu que a morte se deveu a uma hemorragia interna, provocada pela rutura de um vaso sanguíneo durante a operação, bem como por obstrução das vias respiratórias causada por um coágulo.
