Entrevistas

Carlos Areia não tem dúvidas: "Veio preencher uma lacuna"

A SELFIE esteve à conversa, em exclusivo, com Carlos Areia.

É já no final deste mês que se estreia o filme "O Lugar dos Sonhos", realizado por Diogo Morgado e protagonizado por Carlos Areia.

A SELFIE esteve à conversa, em exclusivo, com o marido de Rosa Bela sobre este projeto, o primeiro no qual assume o papel principal.

Qual o sentimento de protagonizar este filme?
Um sentimento de grande responsabilidade, sem dúvida. É uma honra, sinto-me mesmo muito honrado, mas com muita responsabilidade em cima. Estou ansioso! É um grande filme e garanto que não é, apenas, só mais um filme português. É diferente!

Quais são as suas expectativas?
São as maiores. É uma bonita história, que conta com um bom elenco. Foi feito um grande trabalho de todos os técnicos e de toda a equipa da Cinemate. Senti, também, um grande apoio do Diogo Morgado.

Como foi contracenar com o menino que faz de seu neto, o ator Gonçalo Pichel Menino?
Ele é uma simpatia. Senti-o mesmo como meu neto e, melhor do que isso, ele sentiu-me como avô. Isso tornou tudo muito mais fácil para contarmos a história.

Já viu o filme ou só excertos?
Ainda não vi o filme, só excertos. Fiquei espantado, pela qualidade de imagem e pelos bonitos ângulos. Gostei muito do que vi.

Do que viu, qual é o sentimento?
Sentimento de orgulho por ver algo que conseguimos realizar. Sentimento de orgulho por ver algo que contou com a minha ajuda, por ter feito parte daquela equipa. Estou expectante, quero ver o resultado final. Para mim, será excelente, mas sei que o que agrada a uns, por vezes, não agrada a outros. Ou, se agrada, fingem que não agrada. Mas já estamos todos habituados a isso.

2025 está a ser um ano verdadeiramente especial.
Sim, sem dúvida! Um ano que está a contar com projetos de trabalho muito bonitos, como é o caso deste filme, que veio preencher uma lacuna na minha carreira. Mas há outros projetos que tenho em vista. Trata-se, também, do ano em que me casei com a mulher que amo, rodeado de família e amigos. Portanto, melhor do que isto não sei o que será.

O filme fala sobre o videclube da sua personagem, "O Lugar dos Sonhos", que é o último de Portugal, e da resistência de Júlio em vendê-lo. Deixa-o triste saber que acabou aquela mística de ir ao videoclube alugar um filme?
Não, triste, não, porque acho que as coisas têm o seu tempo. O videoclube teve o seu tempo e o seu serviço e foi ótimo. Hoje, há outras ferramentas ao nosso dispor, que ultrapassam, até, aquilo que era o serviço do videoclube. Mas foi muito bom no seu tempo.

O que lhe disse a sua mulher sobre o filme? Ela já viu alguma coisa?
Provavelmente, viu pouco mais do que eu. Diz-me que sim, que é um grande trabalho. Ela está a fazer parte da equipa de divulgação e comunicação do filme e diz-me que está tudo a correr pelo melhor.

E, por fim, tem novidades para nos contar de outros projetos?
Sim, tenho três, quatro projetos em andamento. Posso dizer que um deles é em teatro. Vou trabalhar novamente com uma produtora com a qual já trabalhei, a UAU, e com parte do elenco com quem já trabalhei. É uma peça muito boa, uma grande comédia. Vai surpreender, pelo elenco e pela própria comédia em si.

Veja, agora, o trailer oficial de "O Lugar do Sonhos".

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