No passado mês de dezembro, Joaquim Monchique sofreu um AVC, do qual, entretanto, se recuperou. Porém, o ator revelou, em conversa com Júlia Pinheiro, que o cenário esteve mais complicado em junho de 2025, quando um enfarte quase lhe roubou a vida.
"Em junho, tive um enfarte. A coisa não se soube. Fui para uma instituição pública e o protocolo não permite que as coisas aconteçam. Mas tive um enfarte, tenho uma válvula mecânica agora na mitral, tive dez dias nos cuidados intensivos, três dos quais eu não estive cá, não sei o que se passou, e os médicos estiveram à espera: ou eu ficava ou eu ia", começou por dizer.
"E aí, nesse enfarte que tive - é por isso que também estou a dizer isto para vocês lá em casa perceberem - eu tive uma dor aqui, nem sequer era no lado esquerdo, era no lado direito, uma dor... E já desmaiaste alguma vez na vida? O pré-desmaio é horrível. É horrível. Quero-me deitar no chão, tenho suor, tenho frio, tenho calor, um mal-estar, um mal-estar. Eu estive assim durante uma semana. Estive a enfartar durante uma semana e o músculo rompeu", continuou, no programa "Júlia", da SIC, que foi para o ar na passada segunda-feira, dia 26.
"Se isto foi o que foi agora durante esta altura [do AVC], na altura em que tive o enfarte, [se se soubesse] tinha sido um terror. 2025, para mim, foi um ano horrível, porque não tinha nada e, de repente, tive tudo. É assim a vida. Vamos para a frente", desabafou, ainda, Joaquim Monchique.
"Estive mesmo mal. Tive sorte de a ciência ter evoluído, porque o meu pai morreu com 40 anos, com um enfarte. Sempre achei que iria ter alguma coisa no coração", rematou.
