Entrevistas

Alice Alves revela o lado mais romântico e confessa guilty pleasure

Desafiada pela SELFIE, a apresentadora Alice Alves partilha algumas das suas escolhas, desde viagens e, espetáculos, passando pelo desporto e pela gastronomia.

Com a mesma sensibilidade com que entra nas casas dos portugueses, Alice Alves abre-nos agora a porta ao seu imaginário feito de cinema, música, lugares e emoções. Entre a paixão por clássicos como "Great Expectations", a devoção eterna a Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o encanto pelas viagens e o amor por uma boa noite de fados, a apresentadora partilha connosco as suas paixões, memórias e desejos. ESCOLHAS by SELFIE, todas as semanas com a revista VERSA.

 

Filme/Série/Livro
"Great Expectations". Tem beleza por todo o lado! Vários clássicos portugueses e internacionais e todos os filmes do Leonardo DiCaprio e da Kate Winslet. Sou fã incondicional dos dois protagonistas do "Titanic". É o meu guilty pleasure.

 

Restaurante
Neste momento, Ó Balcão, em Santarém. Izakaia, em Cascais. Para o dia a dia, Allways To Eat Healthy, nas Amoreiras.

 

Concerto
Recentemente, matei saudades de uma noite de Fados na Mesa de Frades. Adoraria ouvir ao vivo a Olivia Dean. Adoro a leveza das músicas dela. Melhor performance de sempre: Parov Stelar, já há alguns anos num festival, e os Squeeze numa festa privada de amigos. Foi simplesmente incrível! Não posso deixar de mencionar a Sofia Escobar e a Carminho. Falta-me para completar o ciclo "Titanic", ouvir ao vivo a diva Céline Dion.

 

Local
Para melhor destino, fico indecisa… Açores, Avoriaz, Viena, Menorca e Pipa foram marcantes. Paris e Nova Iorque são sempre boas ideias. Destinos de sonho: Grécia, Japão, Tailândia e Cambodja.

 

Inteligência Artificial
A última pergunta que fiz ao ChatGPT ainda é segredo. Está relacionada com um projeto futuro.

 

Desporto  
Padel, pilates e ginásio. Agora, com o acompanhamento do Francisco Macau. É uma máquina e vai-me ajudar a recuperar a forma equilibradamente.

 

Personalidade
Paula Rego. Entrevistei-a no meu início de carreira na TVI e fiquei fascinada com a sensibilidade que tinha para com a dor dos outros. Era uma mulher que, por estar à frente do seu tempo, foi incompreendida por muito tempo. E sou fã do trabalho e da coragem da jornalista Mariana van Zeller. Ela é excecional.

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